5 de janeiro de 2017

Dória já tinha sido escolhido como alvo bem antes de ser eleito

Há várias motivações políticas nos ataques gratuitos contra João Dória, e isso é bem óbvio. Seu nome já havia sido colocado na lista negra da imprensa no dia em que se candidatou, antes mesmo de se eleger.

Um dos motivos é que ele seja empresário. No Brasil, ser rico por meio do esforço próprio ou por meio da herança é considerado um crime moral. Só é aceito ser rico por aqui se você é um professor de esquerda bem remunerado de alguma faculdade federal, se você é deputado ou senador; ou seja, se você é um parasita. Atacar Dória, portanto, é apenas o cotidiano dessa gente.

As pesquisas de intenção de voto durante todo o período eleitoral também foram uma propaganda contra Dória. Quase a totalidade delas mostrava o candidato atrás de todos, por vezes ocupando a quarta ou até a quinta posição. Isso, obviamente, era uma mentira, não é à toa que tenha ganhado em primeiro turno com uma diferença de quase 40 pontos percentuais para o segundo colocado.

Quando Dória fez uma doação para a AACD, a mídia deu enfoque em sua gafe, não na doação. O fato de ele ter dito "Associação de Apoio a Crianças Defeituosas", em vez de "Crianças Deficientes", chamou mais atenção dos "jornalistas" do que o fato de ele ter efetivamente ajudado as crianças. Vale ressaltar que o nome da AACD era exatamente o que ele disse, e que mudou há alguns anos.

Ontem mesmo a Folha - sempre ela - publicou uma matéria mentirosa alegando que o viaduto da Nove de Julho foi reativado porque é a rota de Dória. Ridículo! Dória é rico, pode ir trabalhar de helicóptero se quiser. Além disso, a matéria ocultou o fato de que o viaduto, fechado por Haddad, gerou um nível altíssimo de assaltos em carros parados nos semáforos próximos, que ficaram mais engarrafados do que de costume.

Será assim pelos próximos quatro ou oito anos. A imprensa vai bater em João Dória com ou sem motivos. Caso não tenha motivos, ela os criará.