31 de julho de 2016

Ku Klux Klan apoia a campanha de Hillary

Andrew Blake, do The Washington Times, afirmou que um líder do movimento Ku Klux Klan, conhecido por pregar ódio racial contra pessoas negras, levantou doações no valor de US$ 20 mil para a campanha de Hillary Clinton, candidata Democrata a presidência dos EUA.

Will Quigg, líder do Klan da Califórnia, alega que decidiu apoiar Clinton após sua candidatura ter sido confirmada e que a doação foi feita de forma anônima. A assessoria da Democrata nega.

Essa história pode parecer estranha a quem acompanha a política apenas pelos eventos recentes, mas quem conhece de fato a história política americana sabe que a Ku Klux Klan nasceu no seio do partido Democrata e que muitos - muitos mesmo - de seus integrantes eram ligados ao partido. Mais do que isso, o partido também ficou do lado da coroa inglesa e contrário ao fim da escravidão durante a Guerra de Secessão.

É fato que Democratas possuem um histórico de relação íntima com a KKK, a questão é saber até que ponto estas relações ainda existem. Na realidade a história dos Democratas é mais suja que pau de galinheiro, mas aqui no Brasil é normal achar gente que detesta comunistas e ama Barack Obama, creio que seja por pura ignorância mesmo.


O socialismo funciona, sim. Não quer dizer que seja bom

É fato que o socialismo como modelo econômico ideal seja um fracasso, isso não dá para negar. Isso não significa que ele "não funcione", no sentido normalmente atribuído ao termo. Para perceber isso basta entender o que é, de fato, o socialismo.

Se o ideal socialista é estatizar os meios de produção, privando as pessoas da liberdade e da propriedade, então neste ponto as experiências soviética, cubana ou venezuelana já foram muito bem sucedidas. Afinal, no atual regime cubano as pessoas são, de fato, propriedade do governo, prova disso é o caso do programa Mais Médicos, no qual profissionais de saúde foram enviados ao Brasil, com apoio do governo petista, para trabalharem em situação análoga a escravidão. Os médicos, apesar de serem eles os profissionais, tinham seu salário retido pelo governo cubano. 

Controle de preços e produção alimentícia por meio do Estado? Isso também foi praticado na URSS, e na Venezuela, semana passada, foi decretada a obrigatoriedade de cidadãos trabalharem em atividades agrícolas para "resolverem a crise alimentícia", como se elas fossem de propriedade do governo. Se você observar, apesar de todas essas coisas serem obviamente ruins, os socialistas de hoje jamais criticaram estes regimes por conta delas. 

A verdade é que muita gente, mesmo que de oposição aos socialistas, ainda compra a ideia de que o socialismo é aquilo que a propaganda deles diz que seja, e não aquilo que aconteceu de verdade. Talvez não integralmente, mas ao menos a maior parte daquilo que Karl Marx definiu foi, de fato, aplicado, e não só uma vez, mas várias.

É ilusão nossa acreditar que o "verdadeiro socialismo" seja qualquer outra coisa que não exatamente o que acontece, hoje, na Venezuela ou em Cuba. Quem pensa assim, de fato, comprou a propaganda e os slogans marxistas. Diante disso, minha sugestão é que paremos de dizer que o socialismo não funciona. Pelo contrário, devemos dizer que ele funciona, mas que é nefasto e perverso.


30 de julho de 2016

Lula arriscou e perdeu

Até aqui, a tática principal na estratégia de Lula para escapar da Justiça sempre foi a de ganhar tempo. Ele tentou, e muitas vezes conseguiu. Diferente do que parece, o ex-presidente é malandro, é alguém esperto. Não é por mero acaso que muitos tenham caído ao seu redor enquanto ele permaneceu intacto. José Dirceu, Genoíno, André Vargas, Delcídio e tantos outros foram condenados enquanto ele se manteve ali, firme e forte mesmo com todas as acusações.

Essa semana, Lula começou a perceber que a situação iria mudar. A Polícia Federal tornou públicas informações extremamente relevantes sobre a investigação contra Lula, envolvendo o sítio em Atibaia. Como esperto e malandro que é, ele deve ter se lembrado de uma lição muito antiga: Se há sangue na água, os tubarões se agitam e vêm. Sua tática o levou a enviar para a ONU um recurso, um documento no qual acusava Sérgio Moro de ser abusivo e de o perseguir. A entidade disse que levará pelo menos dois anos só para analisar o caso de Lula, que não é para eles uma prioridade em termos de direitos humanos.

Curiosamente, a corda arrebentou onde os petistas nem mesmo imaginavam: Brasília. Embora as denúncias mais graves contra Lula estejam nas mãos de Sérgio Moro, em Curitiba, foi no Distrito Federal que Lula se tornou réu pela primeira vez, e foi justamente devido a algo que os próprios petistas lutaram para conseguir: o desmembramento da Operação Lava-Jato.

Os advogados do partido lutaram arduamente para tirar partes do processo contra Lula das mãos de Moro. A parte que investigava o crime de obstrução da justiça, cometido por Lula e Delcídio, ficou com a vara do TRF no Distrito Federal. Enquanto os petistas se preocuparam com Moro, esqueceram de proteger a retaguarda. No fim, tudo deu errado para eles.

O ex-presidente se esforçou para burlar as regras, ganhar tempo e atrapalhar as investigações. No entanto, o cerco está fechado demais até para ele. Todos já sabem que não há para onde fugir, é só questão de tempo. Quando Lula for condenado, é provável que peça asilo em algum país como Venezuela ou Bolívia, mas certamente não voltará a ser o presidente do Brasil.


29 de julho de 2016

A esquerda perdeu o monopólio da virtude e das narrativas

Uma reviravolta muito importante aconteceu nos últimos cinco anos, e ela transformou completamente as noções políticas dentro do Brasil. Pode parecer exagero, mas não duvidem quando digo que apesar de termos o PT, o PSOL e outros partidos nefastos por aqui com muito espaço e força midiática, nossa situação é bem mais favorável do que a de países europeus e, em parte, até mesmo dos EUA.

Estamos na contramão do mundo. Os americanos vivem agora uma situação na qual o ideal socialista cresce como nunca antes em sua história, e isso se deu pelo árduo trabalho dos Democratas em diluir essas ideias em sociedade. Hillary, que pode muito bem ser a próxima presidente do país, é uma socialista tão radical quanto Luciana Genro, só que ela é mais perigosa justamente por ser muito mais competente. Além disso, por lá a Democrata tem amplo espaço e a oposição consiste em figuras fáceis de serem atacadas, tais como Donald Trump.

A nossa situação é melhor. Aqui, passamos por décadas de populismo, fomos governados por vários comunistas e tivemos muitos anos de protecionismo econômico e privação de liberdades civis. As coisas, agora, estão mudando bastante. Nosso atual governo, embora longe do ideal, tenta se afastar das alianças com os bolivarianos, e eles não fazem isso por serem boa gente, mas porque perceberam que é isso o que a maioria da população quer. A esquerda brasileira tem perdido gradativamente o controle das mídias, o monopólio da virtude e das narrativas.

Há dez anos seria impensável ver a enxurrada de críticas que as pessoas fazem, publicamente, aos ideais de extrema-esquerda. Ultimamente, no entanto, é o que mais se vê. Enquanto a Europa enfrenta um absurdo crescimento do feminismo radical, aqui no Brasil passamos pelo inverso, com uma crescente rejeição a estes movimentos. E mesmo com a maior parte da imprensa nas mãos, a esquerda não tem mais conseguido direcionar a mentalidade do povo. Os noticiários estão cada vez mais perdendo espaço e sofrendo um revés nunca antes visto.

Estes fatos são positivos, é claro, mas não podemos com isso nos acomodar. Impeachment, prisão de Lula, extinção do PT, etc., são coisas momentâneas, são demandas do momento. Se elas forem devidamente atendidas, ainda assim teremos muito a enfrentar. É preciso ter em mente que a extrema-esquerda sempre vai existir, ela vai se reinventar. Depois das eleições deste ano, acontecerá uma debandada de petistas para outros partidos, possivelmente até mais radicais como REDE e PSOL. A resposta que devemos dar a eles é sufocá-los, não lhes dar espaço algum para respirar. A pressão deve ser incessante, porque é preciso estar pronto para a guerra se quisermos assegurar a paz.


27 de julho de 2016

Ronald Rios - Um racista chamando os outros de racistas


O "humorista" Ronald Rios, mais conhecido por ter sido membro do extinto programa CQC, atacou no Twitter o ativista Fernando Holiday, jovem integrante do Movimento Brasil Livre. Não que ataques a Holiday, vindos por figuras da extrema-esquerda, sejam uma novidade. Aparentemente a cor de pele negra só é motivo de respeito para esquerdistas quando os negros se submetem aos seus interesses, do contrário eles são lixo.


Ronald é um inútil, nem como comediante deu certo. Era um dos membros mais desprezados do CQC e foi desprezado também na internet com o passar do tempo. Talvez esta seja sua motivação para atacar alguém que está em alta: sair do ostracismo. Curiosamente, ele não ataca Holiday por suas posturas ou por suas ideias, mas pela cor de sua pele. Aparentemente, Rios acredita ser algum tipo de "dono" dos negros, como se negros que agem de modo diferente do que ele acha correto fossem todos errados.

Dizer que Holiday reproduz o racismo é estúpido, ainda mais quando ele é exatamente quem faz isso ao enaltecer a cor da pele de alguém para tecer seus comentários, como se pigmentação viesse na frente de caráter e boas ideias. Se fosse alguém decente, criticaria o Fernando por algo que ele fez ou disse, não pelo fato de ser uma pessoa negra que discorda das suas opiniões.

A verdade é que a esquerda é composta de gente que se acha dona das "minorias". Fernando, que é um rapaz que age por sua própria conta e assume suas próprias ideias, é visto com maus olhos, porque ele é "um negro que faz isso" ou "um negro que faz aquilo". Para essa gente, Holiday não está errado por fazer o que faz, mas por ser um negro que faz o que faz. Eles nunca se referirão ao Holiday como Holiday, mas como "um negro".

Pois bem. Ronald Rios é desprezível e sempre foi, ter atacado Holiday com tamanha baixeza só o iguala àqueles que já sabemos serem a escória, gente que finge lutar contra o racismo enquanto pisa nos cadáveres de pessoas negras para fincar suas bandeiras ideológicas. Para esta gente, um negro morto é melhor do que um negro independente.

Dilma e Lula estão com medo do próprio povo

Os petistas nunca estiveram tão acuados. São muitas ameaças, os blefes e as bravatas, mas na prática eles estão a cada dia que passa mais temerosos. Certamente ninguém tem dormido direito no partido, ainda mais com os avanços dos investigadores e com a crescente e cada vez mais insuportável pressão popular.

Agora, com a desculpa de que "não há clima", Lula disse que não comparecerá na cerimônia de abertura das Olimpíadas do Rio de Janeiro, um evento que ele próprio, contra a vontade geral da nação, fez questão de trazer ao país. A verdade é que não há clima mesmo, não para eles. Os petistas temem, de fato, dar de cara com uma população que os odeia e que os quer fora a ponto de vaiá-los no evento, diante de alguns dos mais importantes Chefes de Estado de todo o mundo.

Dilma, algum tempo atrás, lembrou a todos que ela e Lula são os pais dos Jogos Olímpicos no Brasil, e eles são mesmo. É por isso que o evento vem apresentando fracassos e acumulando críticas de todos os lados. O Rio de Janeiro não estava preparado e todos sabiam que isso iria acontecer, foram muitos os avisos.. Assim como aconteceu com as obras da Copa do Mundo de 2014, no futuro saberemos que também as obras referentes a este evento estão ocultando elefantes brancos e superfaturamentos para pagar campanhas eleitorais e projetos de poder do partido.

Como bem disse Janaína Paschoal, é preciso enfrentá-los agora antes que seja tarde demais. Eu, apesar de não ter fé na polícia, tenho ao menos uma certeza: poucas coisas poderiam ser piores para qualquer indivíduo decente desse país do que a continuidade desse projeto nefasto do Partido dos Trabalhadores que não trabalham.


Jornalismo ou horário eleitoral do Partido Democrata?

A imprensa brasileira e também a internacional tem trabalhado dia e noite para promover a candidatura de Hillary Clinton nos EUA, e ao que tudo indica parece valer de tudo para isso, desde o abafamento de casos realmente relevantes que poderiam prejudicar a imagem da Democrata até a mais astuta campanha de difamação contra Donald Trump.

Um amigo brincou com isso, disse que acordou, ligou a TV e estranhou que estivessem exibindo o horário eleitoral Democrata aqui no Brasil, ainda mais em edição dublada. Logo em seguida ele diz que percebeu se tratar apenas de mais um dia normal na Globo News. De fato, se você acessa o portal UOL, a Globo News, a Folha de São Paulo ou outros grandes veículos da mídia nacional, a impressão é de que Hillary não tem defeitos e que os Democratas são verdadeiros heróis, enquanto Trump é um demônio a ser combatido.

Obviamente isso não é por acaso. Hoje mesmo vi um comentário bastante racional, feito por alguém no Facebook, que dizia justamente o quão óbvia é a estratégia, que consiste não somente em fazer Clinton ser eleita, mas também numa construção da imagem de Michele Obama. A imprensa quer fazer com Michele exatamente o que veio fazendo com Hillary na última década. No futuro, se o plano der certo, será a vez de Obama, a mulher, assumir o poder, imitando sua amiga do peito Hillary Clinton, que pode ser a próxima presidente dos EUA algum tempo após seu marido ter deixado o cargo.

O "jornalista" Guga Chacra, que diz ser um "especialista em oriente médio" apenas porque morou por um ano no Líbano, frequentemente ataca Donald Trump, independentemente das razões - até mesmo se não houver razões. Enquanto isso, fica rasgando seda para Obama. Em sua página no Facebook, fez até uma fanfic contando como seu pai supostamente chorou ao ver o discurso de Michele Obama na convenção Democrata.

O portal UOL, em uma clara manobra de desespero partidário, fez uma matéria com título exagerado, dizendo que o discurso de Michele foi "lacrador". Os maiores jornais do mundo, diante de vários casos que deveriam ser noticiados diariamente, vêm ignorando solenemente os fatos mais negativos sobre Hillary, inclusive tratando como secundário o fato de a Democrata ter sido claramente beneficiada no caso dos e-mails privados, quando o FBI simplesmente solicitou que o caso fosse encerrado sem nenhuma acusação contra a candidata.

O que estamos vendo, hoje, é uma clara estratégia de propaganda se desenrolando. Muitos pensam que a esquerda brasileira não tem nada a ver com a americana, mas isso é um ledo engano. Os Democratas, se têm algo de diferente de partidos como PT ou PSDB, é justamente no que diz respeito a sua eficiência. Eles são essencialmente iguais, o que muda é o contexto cultural e histórico.


26 de julho de 2016

"Pergunte ao Bill", a resposta épica de Donald Trump para Hillary

No Twitter, Hillary Clinton tentou alfinetar seu concorrente Trump, mas se deu mal. A Democrata escreveu:
"Trump pensa que os Democratas se importam com sua opinião. Qual a sensação de colocar suas coisas onde não deve?"
Trump respondeu:
"Pergunte ao Bill."

Para quem não conhece ou não lembra do caso, quando Bill Clinton (marido de Hillary) era presidente dos EUA, ele se envolveu em um escândalo por infidelidade. Bill tinha um caso com a estagiária da Casa Branca, Mônica Lewinsky. Na época, o caso repercutiu mundialmente, pois Bill e Hillary já eram casados. O partido tentou colocar panos quentes no assunto, mas não adiantou muito, já que no fim das contas a garota confessou tudo depois que as provas (gravações de conversas entre Bill e Mônica) vieram a tona.


Dilma tenta capitalizar em cima das Olimpíadas e vira motivo de piada

Em sua conta no Twitter, Dilma postou no mês passado que "graças ao governo dela" as Olimpíadas foram viabilizadas, e que tudo foi feito com muito planejamento e dedicação. Ela fez isso depois já estar afastada, provavelmente com a intenção de capitalizar em cima do evento. O problema, no caso, é que tudo tem dado muito errado na Vila Olímpica, e na internet ninguém perdoa. Logo, ela virou motivo de piada.



O humorista Antonio Tabet, do Porta dos Fundos, muito criticado por ter em seu quadro figuras ligadas ao PSOL como Gregório Duvivier, fez uma piada com o caso em sua conta no Facebook, mostrando a capa de um jornal espanhol que criticou as condições da Vila Olímpica.

A capa do jornal diz: "Caos na Vila Olímpica - Procura-se encanador."

25 de julho de 2016

A hipocrisia e o oportunismo de Eduardo Suplicy

O petista Eduardo Suplicy, ex-senador e agora pré-candidato a vereador em São Paulo, participou hoje de um protesto contra a reintegração de posse na Cidade Educandário, perto da rodovia Raposo Tavares. O terreno, ocupado por centenas de famílias pobres, pertence à Prefeitura de São Paulo. A mando direto da prefeitura, a polícia foi lá apenas cumprir um mandado judicial, e o ex-senador acabou detido por oferecer resistência.

Claro que isso não foi nada além de um golpe de marketing feito por um homem desesperado. Suplicy não se elegeu ao Senado em 2014 e está, hoje, no limbo da política brasileira, ainda mais por ser do PT. A eleição para vereador ocorre em poucos meses e seria realmente uma vergonha se ele perdesse, então fica bem fácil entender que a encenação toda tem apenas a finalidade de chamar atenção da mídia, já que o ex-senador não era assunto há muito tempo.

A "piada", no entanto, é que o prefeito de São Paulo é ninguém menos que Fernando Haddad, do mesmo partido de Suplicy. Curiosamente, no Twitter, o ex-senador não teceu nenhuma crítica ao prefeito, mas ao governador Geraldo Alckmin, que é do PSDB. Isso serve, na realidade, para escancarar a hipocrisia e o verdadeiro teatrinho que foi esse protesto. Se Suplicy estivesse de fato preocupado com essas famílias, em vez de fazer uma encenação ridícula e inútil, teria corrido para dialogar com o prefeito de seu partido e tentar resolver a situação de outras maneiras.

Suplicy se deu bem, já que seu plano de voltar a aparecer na mídia funcionou. Vamos ver, agora, é se o povo paulistano irá engolir essa palhaçada ou se vão perceber que se trata de uma artimanha fajuta de um político totalmente desesperado.


3 vezes em que Marcelo Freixo não se importou com mobilidade urbana


Marcelo Freixo, deputado estadual e pré-candidato a prefeitura do Rio de Janeiro pelo PSOL, é um daqueles políticos tipicamente malandros. Com um discurso moderninho, bancando o despojado, frequentemente aparece em entrevistas com camisas meio surradas para parecer humilde, ele conquista muitos jovens, em geral ingênuos, mas muitas vezes também autoritários.

Uma das bandeiras do PSOL é fingir se importar com mobilidade urbana, não à toa diversos membros do partido são diretamente envolvidos com o Movimento Passe-Livre, que também finge se importar. Na prática, sabemos que não é bem assim, mas vou aqui expor alguns fatos para comprovar a tese.


Em sua conta oficial no Facebook, o deputado postou a imagem acima, dizendo que é um absurdo alguém demorar até três horas para chegar de Campo Grande ao centro do Rio de Janeiro (capital). De fato, é absurdo mesmo, mas não sei se podemos dizer que Marcelo é realmente a pessoa adequada para criticar algo assim. Vamos recordar:


21 de janeiro de 2016 - MPL para São Paulo

Sei que o deputado Freixo é do Rio de Janeiro, mas creio que seu discurso sobre mobilidade urbana valha para todos. No início desse ano, um ato organizado pelo Movimento Passe-Livre parou a cidade de São Paulo. Após horas de impasse e muito engarrafamento, algumas pessoas conseguiram voltar para casa após um longo dia de trabalho em plena quinta-feira.



Neste caso, os manifestantes organizaram o ato em cima da hora e avisaram o trajeto que percorreriam apenas duas horas antes de tudo começar. A polícia, fazendo seu trabalho de proteger o direito de ir e vir, não quis permitir que os arruaceiros trancassem a Avenida 23 de Maio. Um cidadão, em entrevista ao G1, disse:  Está tudo parado e o ônibus que eu pego sai daqui. Vai lá para Sapopemba, de lá eu pego outro. Faço este trajeto todos os dias. Dá menos de 40 minutos. Hoje, não sei nem que horas eu vou chegar em casa."

Basicamente, sob o pretexto de defender os "interesses do povo", o MPL atrapalhou completamente o mesmo povo, fazendo-o ficar por horas a mais fora de casa depois de terem trabalhado um dia inteiro.



10 de junho de 2016 - Ato contra Michel Temer fecha quatro quarteirões em São Paulo

Com o aval de absolutamente todos os líderes do PSOL no país, diversos atos contra Michel Temer foram realizados em todo o Brasil, mas em especial ocorreu um, no dia 10 de junho, que fechou quatro quarteirões na região do MASP, em São Paulo. Como de costume, os manifestantes - todos ligados ao PSOL, PT, PCdoB e afins - organizaram o ato para o horário de pico, depois das 18 horas em um dia de semana, justamente para que isso causasse ainda mais transtornos aos cidadãos.



Enquanto o Movimento Brasil Livre, o Vem Pra Rua e outros organizam seus atos nos fins de semana, justamente para que isso não atrapalhe a vida de quem trabalha e eventualmente não quer estar lá, os líderes sindicais e partidários da extrema-esquerda fazem seus atos sempre em dias úteis e no pior horário possível. O objetivo é trancar o trânsito, uma atitude muita clara contra a mobilidade urbana. Marcelo Freixo apoia.


Haddad, em 2014 e 2015, anuncia redução no limite de velocidade das principais vias de São Paulo

O prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, tomou uma de suas medidas mais controversas quando anunciou que a velocidade máxima de diversas avenidas seria reduzida, algumas de 60 km/h para 50 km/h, outras para 40 km/h. A desculpa usada pelo prefeito foi a de reduzir o número de acidentes, o que de fato não aconteceu. No entanto, duas coisas aconteceram: o número de multas aplicadas na capital quase triplicou e os engarrafamentos aumentaram.

Haddad, apesar de não ser carioca, segue a rigor as mesmas políticas públicas defendidas por Freixo, que aliás é quase um aliado ideológico seu. Assim como Haddad, é bem provável que Freixo, se eleito, siga medidas bem parecidas, já que é exatamente isso o que ele defende em seu mandato. Se você procurar nos perfis de Marcelo Freixo nas redes sociais, verá que nunca houve uma crítica sequer às medidas adotadas por Haddad, apesar de ele ser alguém que vive dando seus pitacos sobre a política em toda parte do país.

Conclusão

Escolhi três situações distintas e recentes, mas se fosse o caso seria possível encontrar dezenas de casos em que o deputado psolista defende coisas parecidas. A verdade é que "mobilidade urbana" para essa gente não tem nada a ver com agilidade e boa infra-estrutura no trânsito. O que eles defendem, em geral, é apenas que se pinte um monte de ciclofaixas e lute contra os motoristas de carro, como se houvesse uma guerra entre motoristas e ciclistas. Obviamente, quando se trata deles próprios, nunca abrem mão do veículo particular, até porque não é pago por eles de qualquer jeito.

24 de julho de 2016

O que está por trás da delação de João Santana?


A delação do marqueteiro petista João Santana, junto com a de sua esposa Mônica Moura, serviu para várias coisas. Uma delas, é claro, escancarar nas fuças da militância de extrema-esquerda que o PT age ilegalmente em todas as esferas possíveis. A outra, talvez mais importante, é a lição de que o PT joga para ganhar mesmo quando não parece existir a menor chance de vitória. Como sabemos que o partido é sujo até o último fio de cabelo, normalmente pensamos que esse esforço para vencer a qualquer custo seja uma espécie de "mesquinharia", mas trata-se de sobrevivência política.

Durante o seu depoimento ao juiz Sérgio Moro, Santana contou um monte de fatos pertinentes sobre sua participação na campanha eleitoral petista, mas ao mesmo tempo também jogou pequenas informações que são, na realidade, um último suspiro de propaganda política. Como ele e sua esposa confessaram que encobriram a verdade para proteger Dilma, é muito provável que também tenham planejado esses atos de maneira premeditada.

Refiro-me, neste caso, a frases como "98% das campanhas eleitorais no Brasil usam caixa 2", ou então "todos usam caixa 2". Diversos momentos do depoimento do marqueteiro têm frases como estas, e elas não estão ali por mero acaso, muito menos por serem verdadeiras, mas porque servem a um propósito. Nos tempos modernos, a maior parte da eficiência política reside na capacidade de fazer propaganda, e uma propaganda nem sempre precisa ter a finalidade de nos vender como produto. Muitas vezes, a boa propaganda é aquela que mostra o seu opositor como pior do que você, de tal modo que o público alvo se veja em um dilema.  Se estamos em uma péssima situação - como é o caso de Dilma e do PT - criar o dilema é uma alternativa que só traz ganhos.

João Santana não é um idiota, obviamente. Seria burrice nossa acreditar que ele tenha dito essas coisas - sem nenhuma prova, já que ele nunca trabalhou nas campanhas de outros partidos - apenas por dizer. A tática aí, na realidade, é das mais simples. Ele quer amenizar a situação de Dilma criando a impressão de que caixa 2 é normal porque, segundo ele, "todo mundo faz mesmo". Embora pareça estupidez usar a falácia 'tu quoque', ela é de longe uma das táticas mais básicas da guerra política quando se está completamente encurralado.

A regra é clara: Se você está perdendo, lute para vencer. Se você está perdendo feio, faça absolutamente qualquer coisa para vencer. É nesse nível que os petistas jogam. A lição que deve ficar é que nós, que nos opomos a isso, precisamos aprender como esse jogo funciona e, mais do que isso, jogá-lo. Sei que pode parecer mesquinho, mas temos uma vantagem sobre o inimigo: nós não precisamos mentir para vencer, só precisamos dizer a verdade de maneira eficaz. O PT não é sujo por ser eficiente, ele é sujo por ser criminoso.

23 de julho de 2016

Terrorismo: Globo News quer nos fazer de idiotas!


Diante de mais um ataque ontem na Alemanha, desta vez em Munique, fica evidente - mais do que já estava - que estamos, de fato, em uma situação de guerra. Na realidade, é a guerra do extremismo contra a civilização. Os terroristas islâmicos querem, de fato, destruir o ocidente e isso nunca foi tão claro quanto agora. Mesmo assim, a agenda política de certos grupos da imprensa parece não ter o menor freio moral para lidar com o caso, eles têm mesmo atropelado o bom senso, a lógica, os fatos e até a nossa inteligência para fazer valer um discurso sem fundamento nenhum.

O ataque de Munique ocorreu em um shopping. O terrorista entrou lá, armado, disparando a esmo e matando pelo menos oito pessoas. Em seguida, se matou. Ainda nessa semana, outro ataque aconteceu na Alemanha, na cidade de Würzburgo. Neste caso um rapaz de 17 anos entrou em um trem e, munido de um machado e uma faca, deixou vários mortos e feridos, sendo alvejado pela polícia no fim. Na semana passada, ocorreu o atentado em Nice, França, durante a comemoração do Dia da Queda da Bastilha. Um homem muçulmano residente em Nice entrou em um caminhão e saiu pela avenida a beira-mar atropelando quem estivesse no caminho.

Ou seja, foram três ataques em uma semana só na Europa Ocidental, sem contar os constantes ataques terroristas em alguns países do Oriente Médio que se recusam a endossar o ISIS, ou os ataques feitos entre um grupo terrorista e outro. Se somarmos a quantidade de mortes destes três ataques mencionados, o número chega a cem. Uma centena de pessoas mortas em uma semana só na Europa, sem contar as outras 49 que foram assassinadas na boate de Orlando, na Flórida, no mês passado. Eu realmente preciso desenhar? Está clara a motivação: é o islã contra o resto mundo, inclusive contra os "muçulmanos moderados".

Agora, veja este vídeo:

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Talvez você não tenha compreendido, mas vou ajudar. O que você acabou de assistir é um vídeo de pouco mais de dois minutos, que fiz questão de baixar e postar diretamente aqui, caso a Globo News o delete no futuro. No vídeo que você viu, a Globo News gasta dois minutos diante de um atentado em Munique, o terceiro em oito dias só em cidades ocidentais, para lembrar de um caso isolado ocorrido há cinco anos. Se você realmente viu o vídeo deve ter percebido exatamente o motivo que levou o jornal a fazer isso: a orientação ideológica do assassino.

Lembrar do caso de cinco anos atrás na Noruega, diante dos constantes ataques feitos sucessivamente nos últimos três anos, é uma forma de fazer chacota da sua cara e da minha. Este vídeo foi feito com a clara intenção de tirar o foco do terrorismo islâmico, criando a impressão de que os não islâmicos também são extremistas. Naturalmente, usaram ali o rótulo de "extrema-direita" quase tantas vezes quanto evitam falar que o terrorista de Munique era muçulmano. O fato é que se ataques como o da Noruega, sem motivação muçulmana, fossem mesmo tão recorrentes, certamente não precisariam recorrer ao único ataque do tipo realizado nos últimos dez anos, ainda mais considerando que há pouco mais de uma semana, na França, 84 pessoas morreram atropeladas por um caminhão - guiado por um muçulmano - enquanto comemoravam um evento tradicional do seu país.

No ataque em Nice, por exemplo, a imprensa brasileira e parte da imprensa internacional tentou a todo custo vender a ideia de que o motorista era, na verdade, um "muçulmano não praticante", um homem que tinha "acabado de se converter ao islã". Trouxeram até depoimentos do irmão do terrorista alegando que ele nunca o viu rezar (risos). Curiosamente, a mesma parcimônia não se vê quando falam do ataque na Noruega (repito, de cinco anos atrás), já que nesse caso fica bastante claro que o terrorista era um "cristão de extrema-direita". Se não fosse tragédia, seria no mínimo piada de mau gosto.

Mais uma vez, vou recorrer ao vídeo, que também fiz questão de baixar, no qual Guga Chacra aparece defendendo o ISIS de uma maneira nem tão discreta assim.

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O desinformante Guga Chacra, com todo o cuidado do mundo, evita ao máximo admitir que o ataque tenha origem no radicalismo islâmico. Perceba, por exemplo, que tanto ele quanto a jornalista que está no Brasil fazem questão de demonstrar a "possibilidade" de que o ataque de Munique tenha como responsável alguém "de direita". Ele chega a dizer, em certo momento do vídeo, que ataques "contra os refugiados" também são comuns, e que o atirador de Munique pode não ser muçulmano, mas alguém que quer os refugiados fora.

Pois bem. O Estado Islâmico já reivindicou a autoria do ataque de ontem, e obviamente (como todos já sabiam) o atirador era muçulmano, tanto que se matou no fim, o que é uma tática comum em quase todos esses atentados. Usuários do Twitter que fazem apologia ao terrorismo islâmico também demonstraram apoio ao ataque e ao próprio ISIS.

Contudo, não é só isso. A verdade é que não precisa ser nenhum gênio para traçar padrões óbvios. Perceba que naquele caso, na Noruega, o terrorista que apenas desta vez não era muçulmano tinha um modo operante distinto, primeiro porque ele não atacou alvos a esmo, e sim alvos direcionados. Foi colocado um carro bomba na frente do gabinete do Primeiro Ministro norueguês, e o outro ataque - feito pelo mesmo homem - ocorreu em um acampamento de verão que continha membros de um partido político. Ou seja, foi um ataque projetado para um efeito político distinto, que neste caso era mesmo motivado por alguém que odiava os imigrantes.

Simplesmente não tem o menor sentido o que Guga Chacra diz quando sugere que o ataque de ontem possa ter sido motivado por alguém que odeia a Angela Merkel ou que queira os refugiados fora. As vítimas foram alemães, não muçulmanos, em um shopping e de forma aleatória. Um alemão que odiasse imigrantes muçulmanos e que fosse um terrorista - o que é raro, diga-se - não atiraria em outros alemães, mas em imigrantes muçulmanos. Provavelmente o ataque não aconteceria em um shopping na capital da Baviera.

A verdade é que a Globo News está querendo nos fazer de idiotas. Essa tentativa esforçada de tirar a responsabilidade do radicalismo islâmico e até do ISIS deixa claro que a finalidade, ali, não é jornalística, mas política. Tanto é que essa semana, aqui mesmo no Brasil, dez pessoas suspeitas de terem ligações com a Al Qaeda e o ISIS foram presas preventivamente e a imprensa fez questão de noticiar o fato como absurdo, apesar das inúmeras evidências, como fotos postadas em redes sociais nas quais alguns dos presos faziam saudações comuns do radicalismo muçulmano. Em uma matéria da Globo, a esposa de um dos presos aparece dizendo algo que em um mundo normal seria motivo de gargalhadas, alegando que seu marido, após se converter ao islã, se tornou um marido muito melhor - claro que é, vamos acreditar nessa religião que "ama" as mulheres!

Nota adicionada em 25 de julho, às 10:45:

- A imprensa ainda insiste em ligar este caso ao ocorrido em 2011, na Noruega. Mais do que isso, tenta nos enrolar com a conversa de que o garoto - o atirador de Munique - não tinha nenhum laço com o ISIS. Obviamente a polícia local não encontrou evidências de que ele tivesse laços com o grupo terrorista, da mesma forma que não encontraram no caso do atirador de Orlando no mês passado. O ISIS não opera como a Al-Qaeda, não é necessário que alguém viaje para o Afeganistão só para ter um "treinamento" terrorista. A tática usada pelo Estado Islâmico é mais sofisticada e muito mais simples, porque eles apenas usam infiltrados pelo lado de dentro dos países que atacam para que estes trabalhem numa espécie de conversão. O alvo dessa conversão é exatamente jovens solitários, perturbados ou com problemas de depressão, por serem justamente mais manipuláveis.

Até o momento, a polícia alemã já descobriu que o ataque no shopping foi premeditado por bastante tempo, não se tratando portanto de apenas um louco isolado matando gente a esmo. Ele claramente tinha um propósito.


Outra argumentação utilizada pela imprensa em defesa da tese é que o atirador teria "fascinação" pelo neo-nazismo. Esta é uma informação que a polícia alemã não deu, trata-se de mera especulação. No entanto, se isso for verdade, não é uma evidência de que o jovem não tivesse contato com o islã - o que ele comprovadamente tinha, até por ser de ascendência iraniana. Pelo contrário, é um prova a favor da tese de terrorismo, já que há décadas os movimentos islâmicos mais radicais mantém firme admiração por Adolf Hitler e seu "trabalho" no extermínio de judeus, existe até a Juventude Hitlerista do Islã. O próprio Hitler se aliou a líderes islâmicos em sua campanha na África.

22 de julho de 2016

Haddad tentou roubar milhares de paulistanos através de um radar "defeituoso"

Um suposto radar defeituoso que foi instalado na avenida Marechal Tito, em São Paulo, é responsável pela aplicação de mais de 17 mil multas de trânsito, todas indevidas. Em verdade, a culpa não é do radar, mas da provável articulação entre a prefeitura e a empresa responsável. E explico.

Fernando Haddad já vem sendo acusado há bastante tempo de ter criado uma verdadeira indústria da multa em São Paulo. Para aumentar a arrecadação, o prefeito chegou ao absurdo de reduzir a velocidade máxima permitida de 60 km/h para 40 km/h, justamente em uma das cidades com o maior fluxo de veículos do mundo, o que só serviu para causar ainda mais engarrafamento e, é claro, expandir a arrecadação através de multas por excesso de velocidade.

No mês de maio, Haddad virou réu em um processo civil junto com o seu secretário dos Transportes, Jilmar Tatto, e o secretário da Fazenda, Rogério Ceron, pela suspeita de praticar aplicações de multas indevidas e também desviar a finalidade do dinheiro destas multas. A denúncia foi aceita pela juíza da 5ª Vara da Fazenda Pública.

Agora, o prefeito fanfarrão surge com mais essa, como se o paulistano fosse mesmo idiota de acreditar que foi um "defeito acidental". É óbvio que esta foi mais uma estratégia para aumentar a arrecadação ilegalmente, ainda mais agora que estamos em ano eleitoral e o petista aparece em péssima colocação nas pesquisas. A fraude, a propósito, nunca teria sido averiguada se não tivesse afetado o bolso das empresas de ônibus da cidade. Foram motoristas de transporte coletivo que recorreram ao sindicato da categoria para, justamente, reclamar de multas indevidas.

O esquema funcionava da seguinte maneira: O limite de velocidade é, atualmente, 40 km/h. O radar "defeituoso" identificava que o motorista passou acima desse limite, nunca abaixo, mesmo se ele estivesse realmente abaixo. Depois que o sindicato começou a pressionar, a fraude foi descoberta e o prefeito admitiu a "falha" e falou que as multas indevidas serão anuladas.

A tática, na verdade, é muito simples. Mesmo que a maioria, agora ciente da fraude, recorra das multas, ainda assim muitos não irão recorrer por falta de tempo ou mesmo por não achar que vale o incômodo. Outros tantos nem mesmo vão ficar sabendo do caso e, inocentemente, pagarão a multa indevida. Isso, ainda, sem contar os casos daqueles que já pagaram e que terão que recorrer judicialmente para ressarcir o dinheiro. Nesse ínterim, o prefeito ganhou seu quinhão e não tem nada a perder.


O dia em que Jean Wyllys admitiu uma parceria com o Facebook Brasil

Ontem publiquei aqui a informação - que não é tão nova assim - de que o Facebook recebeu, no ano passado, mais de R$ 40 milhões em verbas estatais no Brasil. Também publiquei, duas vezes, que o site tem frequentemente derrubado páginas com conteúdo anti-esquerda, e que só nessa semana foram quase vinte. Imediatamente isso me fez lembrar de uma curiosa situação, ocorrida no início do ano passado - não recordo exatamente a data, quando o deputado do PSOL, Jean Wyllys, alegou publicamente que seu mandato tem uma parceria com o Facebook Brasil.


O caso ocorreu quando a página do deputado, supostamente hackeada, foi recuperada poucos minutos depois. O fato de terem recuperado tão rapidamente fez com que levantassem suspeitas, alegando que talvez ela não tivesse sido de fato heackeada. Um seguidor comentou na postagem perguntando ao deputado como ele recuperou tão rapidamente o controle da página e foi aí que Wyllys respondeu, dizendo claramente que seu mandato tem uma parceria com o site. Confira:

Essa tal parceria parece remeter ao período eleitoral, mas não dá para saber exatamente que tipo de acordo há entre as partes. O que se pode ter certeza é que, segundo o próprio deputado, ele recuperou a conta do Facebook que havia supostamente sido hackeada em pouquíssimo tempo (menos de uma hora), o que indica existir uma linha direta entre o gabinete e dirigentes do site no Brasil.

Talvez isso explique muita coisa.

ASSINE A PETIÇÃO PARA ABRIR A CPI DA MORDAÇA NO FACEBOOK

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Páginas anti-esquerda são sistematicamente deletadas do Facebook


21 de julho de 2016

Facebook recebe R$ 40 milhões em verbas estatais e deleta páginas seletivamente

O Facebook Brasil está entre os sites que mais receberam verbas através de publicidade estatal diretamente do Governo Federal, os valores chegam a ultrapassar R$ 40 milhões ao ano. Infelizmente não há nenhuma ilegalidade nisso, já que a lei permite que o governo patrocine sites através de publicidade, como é o caso de Brasil 247, Diário do Centro do Mundo e também da rede social Facebook.

Só que há uma questão importante a ser levantada, ainda mais agora que a Justiça investiga justamente o financiamento de sites pelo governo petista: Qual a justificativa para que o Facebook delete seletivamente páginas que fazem, justamente, oposição ao PT e à esquerda?

Há uma coisa estranha que vem acontecendo há meses: Páginas de direita ou simplesmente contrárias à esquerda são deletadas sem razão aparente, muitas vezes sob a desculpa de que foram "denunciadas". De fato, algumas vezes elas são denunciadas em massa através de grupos de extrema-esquerda organizados. Contudo, qual é o sentido que isso só aconteça frequentemente com páginas que não são de esquerda?

Milhares de pessoas denunciam páginas todos os dias, mas em geral somente as páginas que não são de esquerda caem. Já houve relatos de pessoas que tiveram suas páginas deletadas sem que tenham de fato violando nenhum termo de uso do site, bem como o seu oposto também acontece corriqueiramente.

Diante disso, está rolando na internet uma petição online para a abertura de uma CPI que deverá averiguar essa possível relação. O projeto chama-se CPI da Mordaça no Facebook, e recomendo que você acesse e assine para dar força à ideia.



Ovacionado pelo público, Ben Carson discursa com maestria contra Hillary e sua agenda


Qualquer pessoa bem intencionada e sensata jamais votaria em Hillary Clinton, uma vez que ela é a representação mais fiel da mentira e da sujeira do Partido Democrata. Todo o histórico da candidata, para quem o conhece, leva ao inevitável entendimento de que se trata de uma pessoa com potencial enorme de perigo. Dar a ela o poder de uma nação que já é por si só poderosa é como entregar uma bomba nuclear nas mãos de um psicopata - literalmente, aliás.

O Dr. Ben Carson, membro do Partido Republicano, fez um excelente discurso a respeito de Hillary e trouxe uma tônica diferente - isto, é claro, depois de ter sido aplaudido por um público eufórico por aproximadamente um minuto e meio. Eu, que sou ateu desde sempre, não me importo tanto com a parte na qual Carson evoca questões religiosas, mas entendo que para quem tem fé isso faz, sim, toda a diferença. Ademais, não é disso que se trata. É a política. De maneira mais sóbria e eficaz que o próprio Trump, Ben Carson foi capaz de rotular eficientemente sua adversária Hillary Clinton, além de conseguir evocar os sentimentos de medo e esperança, tão importantes na Guerra Política. David Horowitz que o diga.

Veja o vídeo:


Para ser franco, entre todos os que eram pré-candidatos nas primárias, Carson sempre foi o único em quem eu votaria de olhos fechados. Penso que se fosse ele o candidato dos republicanos eles teriam chances reais de destruir os democratas.

Nota: Leiam o artigo de Luciano Ayan sobre o assunto, é um complemento.

Páginas anti-esquerda são sistematicamente deletadas do Facebook

Que se tenha registro, pelo menos vinte páginas que fazem oposição às ideias de esquerda foram simplesmente deletadas do Facebook entre ontem e hoje, sendo uma delas já conhecida neste site, a Moça, não sou obrigada a ser feminista, entre as quais minha colega também já mencionada por aqui, Thaís Azevedo, é uma das administradoras. Algumas páginas, como essa, foram refeitas, mas perderam quase todo o conteúdo anterior e os seguidores. Muitas delas tinham milhões de seguidores ou centenas de milhares.

Não é a primeira vez que isso acontece, mas é provavelmente novidade que tenham deletado tantas páginas de uma só vez. A razão para isso é provavelmente oriunda de denúncias em massa, feitas ao próprio Facebook, cujo sistema de análise não parece ser exatamente algo imparcial.

Funciona basicamente assim: 

- Um grupo de pessoas se organiza, geralmente em grupos secretos do Facebook, e passa uma lista de páginas a serem denunciadas. Todos os membros do grupo - sejam dez ou mil - passam a acessar estas páginas e denunciá-las massivamente, postagem por postagem. O alto número de denúncias faz com que o Facebook, de alguma forma, derrube as páginas tirando-as do ar. Às vezes é temporário, mas na maior parte dos casos é permanente.

O maior problema, no entanto, é que grupos de oposição à esquerda, como retaliação a esse tipo de ato, já se organizaram para derrubar páginas de esquerda também. O caso é que normalmente isso não dá certo. Eu, inclusive, já denunciei postagens que de fato violavam os termos do site, como posts mostrando gente mutilada ou morta, e o Facebook identificou estas denúncias como improcedentes. Relatos de conhecidos meus que já denunciaram páginas de esquerda em massa sugerem que para derrubar alguma página deles, normalmente, seja necessário um trabalho sobre humano, o que não se observa quando ocorre o inverso.

Abaixo, uma lista feita pela Thais Azevedo das páginas que caíram:



Petista agressor de mulheres quer governar Curitiba

O nome é Tadeu Veneri, deputado estadual pelo PT no Paraná. Ele quer ser prefeito de Curitiba, já é pré-candidato e, como não é de se surpreender, trata-se de um pupilo de Gleisi Hoffmann, a senadora mais corrupta ainda em exercício.

No início de abril, o deputado Veneri protagonizou um episódio no mínimo execrável. Em uma audiência pública na ALEP, a Assembleia Legislativa do Paraná, a mesma senadora Gleisi fazia presença e isso despertou protestos. Muitos manifestantes entraram no prédio para expressar sua insatisfação com a presença de uma corrupta no local, e os manifestos foram pacíficos - sem nenhum tipo de violência física ou ameaça.

Tadeu Veneri, quando viu uma mulher ofendendo Gleisi Hoffmann, fez questão de agir. Ele puxou a manifestante pelo braço, a empurrou para fora do plenário e, como podem notar no vídeo abaixo, pegou a mulher com força no pescoço e a jogou violentamente para trás. Não bastasse isso, enquanto o ato acontecia, a senadora que jura defender os direitos das mulheres sorria e não demonstrava qualquer tipo de revolta com a situação.


Aparentemente, para Gleisi as mulheres só têm direitos quando são suas aliadas, do contrário não há nenhum problema vê-las sofrendo agressão moral e física. Realmente não dá para esperar muito de gente que se associa a figuras execráveis como Lula, um homem que posa de santo diante das câmeras mas que já foi flagrado dizendo os maiores absurdos, destilando ódio e preconceito até contra seus aliados.

Tadeu quer governar Curitiba, uma cidade em que grande parte dos cidadãos mais jovens se orgulham de seu alegado "progressismo". Se este homem realmente for eleito ou chegar perto disso, será o atestado de óbito da esquerda moderna. Caso aconteça, talvez o petista devesse chamar o Gregório para fazer alguma piadinha sobre o caso.



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Guerra Política | Ética e moralidade

Este é um tema delicado, mas a ideia que pretendo passar aqui é uma simplificação. Primeiramente é preciso entender a ética em seu sentido mais amplo, que é a "essência das normas". Já a moralidade é em geral traduzida como "o bem", "o certo" ou aquilo que é virtuoso. Tendo em vista essas noções genéricas, quero expor aquilo que vejo como um comportamento politicamente ético e moral.

De que lado você está?

Você é uma pessoa que entende a virtude como algo positivo e necessário, ou como algo correto? Se a resposta é positiva, sugiro que pense o seguinte: Como você pode garantir que aquilo que é bom, em sua visão, possa prevalecer?

Se eu defendo princípios éticos que considero virtuosos, como a justiça e o direito a ter liberdade e propriedades, também devo defender os meios necessários para garantir ou atingir esses princípios. Trazendo a questão para a Guerra Política, é perfeitamente moral que eu ataque - no sentido político - todos aqueles que querem justamente trabalhar no sentido contrário destes princípios, como é o caso de comunistas, socialistas ou mesmo de esquerdistas em geral. Esta é uma lógica fundamental como a própria legítima defesa. Se você gosta de viver e entende que a vida é um direito fundamental, obviamente lhe deve parecer lícito e desejável proteger este direito contra quem quer que o queira violar. Se defender de potenciais agressores é um direito e, como virtude, até mesmo um dever moral.

Por isso, se entendermos que os valores aqui mencionados são prioritários em uma sociedade moralmente saudável, é também nosso dever moral o esforço de mantê-los intactos ou de garanti-los como for possível.

Eficiência

A ineficiência ou a displicência na defesa da justiça é um serviço prestado às injustiças. Pode até não ser sua obrigação legal agir em defesa daquilo que acredita, mas é pelo menos um dever moral muito básico. Se você entende que um valor é precioso e nada faz para protegê-lo ou garanti-lo, a sua inércia é uma forma de conivência com aquilo que você mesmo repudia.

Trazendo esta questão novamente à Guerra Política, o que temos é o entendimento fundamental de que na luta contra aqueles que querem violar nossos valores devemos manter o esforço constante. Mais do que isso, devemos nos esforçar de maneira eficiente. A estupidez de ações impensadas, imaturas e sobretudo ineficazes apenas para fins de culto da própria imagem é uma imoralidade tacanha e desprezível.

Neste contexto, nada é tão imoral quanto ser um defensor incompetente das suas ideias, e nada pode ser tão anti-ético quanto ignorar ou agir de modo a desprezar um perigoso inimigo apenas pelo mero orgulho.

Vale quase tudo

Até agora você pode ter dúvidas sobre o quanto o "seu lado" é realmente certo ou virtuoso, mas há uma forma bem simples e objetiva de saber. Pergunte-se a si mesmo: Para defender as ideias nas quais acredito, eu preciso necessariamente recorrer a mentiras e subterfúgios?

Caso a resposta seja positiva, isso significa que os seus valores estão provavelmente distorcidos. Simplesmente não há como defendê-los dizendo a verdade. Por outro lado, se você acha que não é este o caso, há grandes chances de suas ideias serem, sim, virtuosas e éticas. Como exemplo, cito aqui o caso de quem defende o aumento de impostos. É virtuosa a defesa do aumento de impostos? Claramente não. É uma ideia indefensável sob qualquer escrutínio, sendo unicamente possível defendê-la a partir de sofismas e argumentos pautados em fraude e logro.

Por outro lado, se você defende que é fundamental o direito a vida, sendo justificável tirá-la apenas sob a condição de legítima defesa sua ou de terceiros, esta é uma visão facílima de ser defendida sem que haja a necessidade de recorrer a qualquer tipo de fraude intelectual.

Pautado nisso, sempre recomendo que não tenhamos piedade de nossos opositores. Devemos atacá-los de forma constante, dedicada e acima de tudo eficiente. Contudo, sou contra a utilização da mentira como método de ataque. Se estamos do lado certo, é plenamente possível atacarmos o inimigo dizendo apenas verdades, ainda que sejam ditas de formas mais sofisticadas e inteligentes - prezando, como já foi dito, pela eficiência, e não apenas pela aparência.