15 de setembro de 2016

Racista, UOL faz cobertura criminosa sobre morte de garoto afro-americano


Já se sabe há muito tempo que o "jornalismo" do UOL é de péssima qualidade, mas às vezes eles se superam em desonestidade de forma absurda. Hoje foi assim.

Ao comentar a morte de um garoto de 13 anos, negro, no estado americano de Ohio, a manchete feita pelo site ignorou totalmente os fatos e apenas fez questão de enaltecer a cor de pele dos envolvidos. O garoto era negro, o policial que o matou, um homem branco. No entanto, o buraco é bem mais embaixo.


A verdade é que o policial foi atender a uma ocorrência de roubo, chegando ao local seguiu um suspeito até o beco. O suspeito, que era o garoto Tyree King, de 13 anos de idade, sacou uma arma. O policial reagiu corretamente, atirando para sobreviver. O fato de a arma ser uma réplica não vem ao caso, porque o policial não tinha como saber. As réplicas são assim chamadas justamente porque replicam o modelo de uma arma de verdade.

Se um policial tivesse atirado em um garoto de 13 anos apenas por ele ser negro, então teríamos um caso de racismo, talvez até fizesse diferença colocar "policial branco" na manchete. Só que não foi este o caso. O garoto foi morto por estar com uma arma, uma réplica perfeita de uma pistola. Qualquer cidadão normal, em plenas faculdades mentais, atiraria no garoto quando ele sacou a arma do bolso. Ninguém iria se arriscar até descobrir que era uma réplica.

É claro que os criminosos disfarçados de jornalistas na redação do UOL sabem disso, inclusive estas informações que acabei de dar são do corpo desta mesmíssima matéria. A foto, lá em cima, com o policial mostrando a foto da réplica da arma, também estava nesta mesma matéria. O que os leva a fazer algo tão hediondo como usar as vidas - e mortes - humanas em uma disputa narrativa racial é simples: política.

Portais como UOL, Folha de São Paulo e outros têm uma agenda a cumprir. Quando algo assim acontece, faz parte das obrigações deles forçarem esse tipo de narrativa fajuta e mentirosa. O objetivo é não apenas agradar militantes de movimentos de esquerda, mas também reforçar a narrativa deles de maneira que um monte de tolos compartilhe a matéria pela manchete. Esse tipo de jornalismo tem que ser erradicado, e ele só será quando pararmos de lhe dar audiência.