2 de agosto de 2016

A Gestapo de Maduro ataca novamente

Há muito tempo que a Venezuela vive uma ditadura violenta, comandada por um chavista e apoiada por diversos partidos políticos brasileiros como PT, PSOL, PCdoB, etc. De uns tempos para cá, outros limites foram ultrapassados quando opositores do governo começaram a sofrer atentados ou mortes inexplicáveis. A vítima da vez foi o deputado federal Conrado Pérez, do MUD, partido de oposição ao PSUV de Maduro.

Na cidade de Valera, durante uma manifestação que pedia pelo plebiscito para destituir o ditador Maduro, homens em motocicletas passaram pelo local e jogaram coquetéis molotov sobre o carro do deputado. Ele saiu vivo da situação, mas testemunhas e o próprio deputado afirmam que a Polícia Nacional Bolivariana e a Guarda Nacional, presentes no local, não fizeram nada para impedir ou mesmo para prender os agressores.

O motivo de ter trazido isso para cá é que vejo as pessoas, com frequência, não terem nenhuma noção sobre a realidade desses movimentos e partidos extremistas. A verdade mesmo é que petistas ou integrantes do PSOL, de modo geral, não veem problema algum nisso. É mais provável você encontrar a Luciana Genro criticando o governo americano se o Trump vencer do que vê-la criticar a ditadura vizinha, a qual apoia abertamente. Em verdade, para eles esse tipo de atentado é até justificável, embora não tenham coragem de admitir isso abertamente.

Já tive experiência em movimentos de extrema-esquerda na juventude, com eles aprendi que o que importa é a conveniência política. Foram muitas as vezes que vi gente de dentro do partido conversando e falando mal até mesmo de Lula (na época ainda presidente), mas que na frente das câmeras entoavam louvores ao molusco. Eles sabiam que o governo estava ruim e fingiam que estava tudo bem, e isso tudo em nome do poder.

Talvez seja questão de tempo até que esse tipo de crime passe a acontecer por aqui também. Devemos estar preparados.