1 de julho de 2016

Se uma mulher surtada mata as próprias filhas a culpa é de quem? Das armas, diz a imprensa!

Em Houston, no Texas, uma mulher tem um surto psicótico após o divórcio pedido pelo marido e, num momento de estressa ou desespero, resolve matar as próprias filhas como forma de "se vingar" do marido. Este é o caso de Christy Sheats, que atirou nas duas filhas e depois foi morta pela polícia.

As informações do caso ainda são estranhas, mas tudo indica que o resumo acima seja mais ou menos o que você precisa saber. Entretanto, como é costume, a imprensa abutre já está se utilizando do caso para promover o controle de armas. Segundo alguns jornais americanos e brasileiros, aparentemente, se houvesse controle de armas nada disso teria acontecido.

O caso aqui é óbvio, é mais do mesmo. São desarmamentistas promovendo sua agenda política em cima das desgraças alheias. O crime ocorreu em 24 de junho, portanto há uma semana, mas a esquerda totalitária não precisou sequer de meia hora para aproveitar a chance de chafurdar na carne ainda fresca estirada no chão. A tragédia familiar se tornou moeda política, como sempre acontece. E na ânsia por promover sua pauta, qualquer resposta rápida, desde que conveniente, é facilmente aceita.

A verdade, quer aceitem ou não, é que certas coisas acontecem e são além da nossa compreensão. Christy era, aparentemente, uma mãe carinhosa e querida pelas filhas. Não dá para saber o que realmente aconteceu com ela para que chegasse a cometer uma atrocidade dessas. Simplesmente não há nada que garanta que, sem a arma, ela não teria feito o mesmo. Nada garante também que ela não tivesse tentado comprar uma arma ilegalmente caso quisesse cometer o crime. Explorar a morte de duas moças, de uma mulher e a dor de um pai que acabou de perder tragicamente toda a sua família é coisa de gente que não presta.