27 de julho de 2016

Ronald Rios - Um racista chamando os outros de racistas


O "humorista" Ronald Rios, mais conhecido por ter sido membro do extinto programa CQC, atacou no Twitter o ativista Fernando Holiday, jovem integrante do Movimento Brasil Livre. Não que ataques a Holiday, vindos por figuras da extrema-esquerda, sejam uma novidade. Aparentemente a cor de pele negra só é motivo de respeito para esquerdistas quando os negros se submetem aos seus interesses, do contrário eles são lixo.


Ronald é um inútil, nem como comediante deu certo. Era um dos membros mais desprezados do CQC e foi desprezado também na internet com o passar do tempo. Talvez esta seja sua motivação para atacar alguém que está em alta: sair do ostracismo. Curiosamente, ele não ataca Holiday por suas posturas ou por suas ideias, mas pela cor de sua pele. Aparentemente, Rios acredita ser algum tipo de "dono" dos negros, como se negros que agem de modo diferente do que ele acha correto fossem todos errados.

Dizer que Holiday reproduz o racismo é estúpido, ainda mais quando ele é exatamente quem faz isso ao enaltecer a cor da pele de alguém para tecer seus comentários, como se pigmentação viesse na frente de caráter e boas ideias. Se fosse alguém decente, criticaria o Fernando por algo que ele fez ou disse, não pelo fato de ser uma pessoa negra que discorda das suas opiniões.

A verdade é que a esquerda é composta de gente que se acha dona das "minorias". Fernando, que é um rapaz que age por sua própria conta e assume suas próprias ideias, é visto com maus olhos, porque ele é "um negro que faz isso" ou "um negro que faz aquilo". Para essa gente, Holiday não está errado por fazer o que faz, mas por ser um negro que faz o que faz. Eles nunca se referirão ao Holiday como Holiday, mas como "um negro".

Pois bem. Ronald Rios é desprezível e sempre foi, ter atacado Holiday com tamanha baixeza só o iguala àqueles que já sabemos serem a escória, gente que finge lutar contra o racismo enquanto pisa nos cadáveres de pessoas negras para fincar suas bandeiras ideológicas. Para esta gente, um negro morto é melhor do que um negro independente.