13 de julho de 2016

Aprenda a desmascarar desonestos intelectuais (pt 2)


Em um artigo que fiz sobre Leandro Karnal, na semana passada, cuja finalidade foi apenas dar uma impressão geral a respeito deste, recebi alguns feedbacks, em sua maioria positivos. Foi até um dos textos mais lidos se semana. No entanto, uma resposta me chamou atenção.

No Facebook, um homem apareceu para dar sua opinião a respeito do artigo, e inicialmente foi até bem educado. Disse ter gostado de parte do leu mas, em algum momento, afirmou que o texto pecava por fazer ataques pessoais contra Leandro Karnal. Obviamente eu me espantei um pouco, até porque ele foi o único a sugerir isso. Se você ler o texto, verá que não há ataques de ordem pessoal contra ninguém, o que de fato nem é um costume por aqui.

Desconfiei, logo de cara, se tratar de um desses isentões, pessoas que fingem não serem de esquerda, mas que simplesmente não gostam que as outras pessoas critiquem a esquerda a ponto de querer até defendê-la. Fiz com ele um pequeno teste.

Se eu respondesse de forma ríspida já no começo, talvez ele usasse isso como "argumento", alegando que o desrespeitei - de fato ele não me desrespeitou. Eu precisava, antes de qualquer coisa, saber se ele era uma pessoa desonesta ou meramente falha em interpretar textos. E aí lhe respondi com um tom convidativo, dizendo que o texto em si jamais teria qualquer finalidade de ataque pessoal, mesmo porque quem são as pessoas em suas vidas privadas não é do meu interesse. Aleguei, ainda, que a única coisa ali atacada foi o trabalho dele.

O rapaz replicou e foi aí que percebi: ele era desonesto mesmo.

Em sua réplica, em vez de embasar-se pelo que eu lhe disse, ele resolveu apenas repetir praticamente as mesmas acusações, muito embora não as houvesse sustentado desde o começo. Quando percebi isso, não lhe poupei. Fui direto ao ponto e perguntei: "Se o artigo tem ataques pessoais, mostre o trecho. Diga em que parte eles estão."
A tática aqui foi simples. Eu o coloquei contra a parede, pois sabia que a acusação não era procedente. Ele não teria como sustentar o que afirmou. Justamente por isso, em vez de responder, deu uma evasiva, e aí apelou para minha suposta grosseria, dizendo que não tinha sentido continuar uma conversa desrespeitosa (?). Fui, novamente, e perguntei: "Qual é o trecho, amigo?"

Nenhum resposta.

Insisti e perguntei pela terceira vez, aí ele disse que eu estava sendo grosseiro e fugiu do debate. Ao que eu apenas respondi: "Obrigado pro provar que eu tinha razão, seu mentiroso." 
Para quem estivesse assistindo a discussão ficou claro que ele era mentiroso e que sua acusação contra mim não possuía sustentação nenhuma.

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