16 de junho de 2016

Mujica ajudou a Al Qaeda a entrar no Brasil: Como isso passou despercebido?

Saiu ontem a notícia de que um ex-prisioneiro de Guantánamo, ligado a Al Qaeda e que estava há sob proteção do governo uruguaio, provavelmente está no Brasil. O homem se chama Jihad Ahmad Deyab, e ele é sírio.

Essa notícia passou despercebida, foi engolida pelo noticiário político apesar de sua extrema relevância. É quase certo que temos, no momento, um terrorista ligado a Al Qaeda dentro do país. E a história recente nos mostra que este homem teve todo o apoio do ex-presidente do Uruguai, o socialista Pepe Mujica.

Mujica, em 2014, acolheu diversos ex-detentos de Guantánamo, apesar de o assunto não ter nenhuma relação com seu governo, já que Guantánamo fica em Cuba e é uma prisão americana. Sendo que Deyab nunca foi cidadão latino, tampouco uruguaio, qual foi exatamente o interesse em tê-lo acolhido lá, e qual o interesse de Jihad em viver no Uruguai? A propósito, o terrorista já havia tentado entrar no Brasil antes, legalmente, mas foi impedido pelas autoridades brasileiras. Assim mesmo o Uruguai continuou a lhe dar abrigo.

Essa notícia é preocupante, ainda mais por estarmos tão próximos de um grande evento mundial, as Olimpíadas. Curiosamente, o evento ocorrerá justamente no Rio de Janeiro, capital do estado homônimo que concedeu ao ex-presidente uruguaio título de "cidadão".

Outras informações importantes:

- Um dos ex-detentos de Guantánamo que Mujica aceitou em seu país foi acusado por sua esposa, uma uruguaia convertida ao islamismo, de violência doméstica (ok, não é tão surpreendente um muçulmano agredir a mulher).

- O G1, em uma matéria de dezembro do ano passado, fez elogios a Pepe Mujica e o comparou ao novo primeiro-ministro canadense, Justin Trudeau, com certo entusiasmo. Não é surpresa que nossa imprensa seja leviana e que penda para a esquerda, mas ter deixado o assunto de ontem passar batido só reforça o fato de que não estão realmente interessados em nos informar.