17 de junho de 2016

Haddad, o assassino de mendigos, ataca novamente.

No dia 15 publicamos (aqui e aqui) o fato de Fernando Haddad, prefeito de São Paulo, ter utilizado a Guarda Metropolitana para apreender colchões, cobertores e outros utensílios que moradores de rua usam para se proteger do frio. Eis que ontem, dia 16, isso aconteceu novamente.


Na imagem acima, funcionários da prefeitura de São Paulo levam embora vários cobertores que foram doados para os moradores de rua. Haddad, em sua "explicação" sobre o fato, disse que isso é para "evitar a favelização da cidade". Talvez ele devesse ter se preocupado com isso em seus três anos anteriores de gestão, preferencialmente no verão, e não em um outono com frio rigoroso como este. Além disso, teria sobrado tempo e dinheiro para resolver esse assunto se o prefeito em questão não tivesse agido como um verdadeiro maníaco ao pintar todas as ruas possíveis com suas malditas ciclofaixas mal planejadas.

A Promotoria dos Direitos Humanos de São Paulo irá apurar omissão de Haddad na morte de pelo menos cinco moradores de rua, mas isso é pouco. Uma coisa é ser um prefeito relapso, preocupado em agradar uma elitezinha universitária, outra é deliberadamente utilizar o aparato público para retirar os pertences de pessoas que não têm praticamente nada. Isso é crime e é grave! 

Ainda não vimos nenhum protesto de grupos como MTST. Por que será?