3 de junho de 2016

Extrema-esquerda põe crianças em risco utilizando-as como escudo humano.

Creio que agora chegamos a um novo patamar de militância de esquerda no Brasil, uma militância que empresta táticas utilizadas há algum tempo pelos terroristas palestinos contra Israel: usar crianças de escudo humano.

A ideia é simples. Basicamente, grupos se reúnem em algum lugar para criar baderna, e aí no meio da baderna há um monte de crianças, em sua maioria filhos dos próprios baderneiros. Se a polícia tiver que agir de maneira enérgica para conter algum crime, acabará ferindo as crianças, o que imediatamente servirá como moeda de campanha ideológica. Afinal de contas, quem não se sente enojado ou profundamente enraivecido ao ver uma criança machucada? Aparentemente, os pais destas crianças, que parecem não se importar nenhum pouco em usá-las como peça partidária, tratando-as como meros objetos em um tabuleiro de xadrez.


Você se imagina, como pai ou como mãe, levando seu filho de colo ou ainda dentro do ventre para um protesto com baderna e incitação à violência? Você se vê usando seu filho para fins políticos, colocando a vida dele em risco? Não são raros os casos em que os próprios baderneiros de esquerda sabotaram as manifestações, iniciando eles próprios a violência e levando a massa a acreditar que foi a polícia quem atacou. Em 2013 foram diversos os vídeos provando isso.

A realidade é que estão apelando, pegando pesado mesmo. Qualquer coisa é desculpa para protestar e o que estão buscando é exatamente o mesmo que buscavam em 2013: resposta policial. Estão atrás de um cadáver, de um olho roxo, de um rosto ensanguentado. Se o corpo ferido ou morto for o de uma criança, para eles é melhor ainda, porque aí poderão fingir o choro de quem perdeu um ente querido com o qual não se importava minutos antes. 

Entretanto, não digo que estou surpreso. Conhecendo essa escória como conheço, sei do que são capazes. Já até vi, não raras vezes, professores engajados em partidos de esquerda incitando em sala de aula que crianças fossem para as manifestações deles. E não falo de "crianças" em sentido figurado, mas de meninos e meninas de dez ou onze anos mesmo, pessoas que ainda não possuem a menor condição de discernir sobre estes assuntos.

Fato é que querem sangue jovem derramado.O que lhes interessa é uma boa manchete e só, custe o que custar.