27 de junho de 2016

Estudantes libertários, uni-vos!

Um espectro ronda as universidades brasileiras, o espectro do movimento libertário. Todas as potências da velha guarda socialista se unem em uma profana aliança para conjurá-lo: a UNE e a UBES, o Juntos e a ANEL, o PSOL e o PCdoB, os radicais ortodoxos e os pós-modernos, até mesmo os patrulheiros ideológicos e neo-fascistas de camisa vermelha e tênis da Nike.

Que movimento de oposição não foi chamado de fascista por seus adversários no poder? Que movimento de oposição, por sua vez, não lançou a seus adversários a pecha infamante de fascistas?

Duas conclusões decorrem disso:

  1. O movimento libertário já é reconhecido como força por todas as potências universitárias neo-fascistas;
  2. É tempo de os libertários exporem, à face de todo o país, seu modo de ver, seus fins e suas tendências, opondo um manifesto do próprio movimento à lenda do espectro do libertarianismo.

Com este fim, devem reunir-se, nas principais universidades do país, libertários de todas as idades e das mais diversas localidades, a fim de redigirem o tal manifesto, que deverá ser publicado e viralizado de todas as maneiras possíveis. Já é hora de os estudantes libertários mostrarem seu rosto, sua identidade e sua força na luta contra as velhas oligarquias do movimento estudantil comunista. A sanha neo-fascista da esquerda totalitária precisa ser combatida com vigor, empenho e dedicação ímpar, antes que venha a se tornar um mal irreversível.

Os libertários não devem se rebaixar na dissimulação de suas opiniões e seus fins. Ao contrário, devem proclamar abertamente que seus objetivos só podem ser alcançados com a derrubada de toda a desordem social perpetrada pela esquerda totalitária vigente. O movimento estudantil de extrema-esquerda deve tremer diante do ideal contrarrevolucionário. Em contrapartida, os libertários nada têm a perder senão suas correntes, embora tenham muito a ganhar.

Estudantes libertários do Brasil, uni-vos!