12 de junho de 2016

A boate atacada era "gun free zone", mas não avisaram para o terrorista.

Há anos os desarmamentistas vêm lutando para dificultar o acesso de cidadãos às armas de fogo. Sempre com pretextos já provados como falsos, como promessas de "redução da criminalidade", políticos de esquerda tentam enfiar essa ideia e incuti-la na cabeça de jovens eleitores. Como abutres que são, anseiam por qualquer notícia de massacre, tiroteio ou acidente envolvendo armas para fazer mais campanha política em cima disso. No entanto, há uma verdade que poucos estão realmente dizendo: A culpa é justamente dos desarmamentistas, e eles têm sangue em suas mãos!

Hoje aconteceu uma tragédia em Orlando, Flórida, quando um homem entrou armado em uma boate voltada ao público LGBT e matou mais de cinquenta pessoas. O atirador era, na realidade, um terrorista muçulmano ligado ao Estado Islâmico e filiado ao Partido Democrata. O islamismo proíbe homossexualidade, é considerado um pecado gravíssimo e não são raros os casos de gays assassinados em países muçulmanos. Em diversos países árabes há leis que proíbem a relação homo afetiva e em muitos há até pena de morte. O próprios ISIS, grupo terrorista mais perigoso que já surgiu até hoje, é conhecido por invadir cidades e perseguir homossexuais para jogá-los de cima de prédios.


A boate, por sua vez, era uma "gun free zone", um daqueles locais nos Estados Unidos em que armas são proibidas. O problema básico nisso é que terroristas não são exatamente o tipo de gente que respeita leis, ainda mais porque em sua maioria há uma motivação religiosa, fanática, e um objetivo a ser cumprido. Para eles tanto faz se arriscar a serem presos por porte ilegal de arma, já que "em nome de Allah" tudo vale.

Os desarmamentistas, diante disso, fingem-se de bobos e continuam a deflagrar seu discurso fajuto e mentiroso "anti-armas". A justificativa é que "se houvesse maior controle nada disso aconteceria". Será mesmo? Nem preciso repetir aqui que isso é mentira, até os desarmamentistas já sabem que é. O que posso, em vez disso, é mostrar casos ocorridos aqui mesmo, no Brasil, um país onde há controle muito mais rigoroso de armas do que nos EUA. Aqui, no Brasil, porte legal de arma de fogo praticamente não existe para civis e ainda assim temos uma das mais altas taxas de homicídios do mundo.

O rapaz da foto ao lado era Wellington de Oliveira. Em abril de 2011, numa quinta-feira, ele invadiu uma escola na zona oeste do Rio de Janeiro, em Realengo. Portando dois revólveres e um equipamento de recarga rápida de munição, tudo comprado ilegalmente, ele atirou contra diversos alunos da escola, matando onze crianças e deixando outras treze feridas. Quem o impediu de matar mais pessoas foi, justamente, um homem armado, um policial que chegou ao local. Após ter sido baleado pelo policial, Wellington se matou.

Nunca se soube com muita certeza quais foram as motivações do crime, mas tudo indica que o rapaz, com 23 anos de idade, era perturbado e sofria bullying na adolescência e na infância. O que resta questionar, agora, é: 

1) Quantas vidas poderiam ter sido salvas neste dia se o funcionário de segurança da escola pudesse portar arma, ou se algum professor estivesse armado?

2) Quantas crianças a mais teriam sido assassinadas se não houvesse, ali, um homem armado com poder de impedir a chacina?


Felizmente, casos como esses ainda não são moda no Brasil. No entanto, crimes "comuns" têm se tornado cada vez mais frequentes, e isso a despeito de vivermos em uma situação de quase impossibilidade de se portar legalmente uma arma. Desde 2003, e mais rigorosamente a partir de 2005, tornou muito difícil para o cidadão comum comprar uma arma de fogo. Mesmo a posse, que dá direito a ter uma arma dentro de casa, é algo caro e burocrático. Já o porte de arma, que permitiria ao cidadão andar armado na rua, é praticamente impossível para civis. Além disso, existem inúmeras restrições de calibre, coisa que nem mesmo faz muito sentido.

A proibição ao porte de arma não surte efeito em lugar nenhum do mundo, mas a permissão, por outro lado, dá às vítimas pelo menos alguma chance de reação. Pois foi justamente o que aconteceu no Texas, no ano passado, quando terroristas tentaram causar um atentado na cidade de Garland. O quase atentado ocorreu durante um concurso de caricaturas de Maomé. Até hoje não é comprovado, mas a tentativa de atentado pode ter ligação com o ISIS também.

Sabem qual foi a diferença deste ataque no Texas para o atentado de hoje, em Orlando? No primeiro, por ser no Texas, havia pessoas armadas que rapidamente reagiram e frustraram o ataque. Vidas foram salvas por isso! Já no caso de hoje, infelizmente, ninguém mais além do terrorista tinha uma arma. Por conta disso, cinquenta pessoas morreram neste ataque, enquanto naquele do Texas houve apenas um segurança ferido, que sobreviveu.

Em resumo, podemos concluir que desarmamentistas não estão interessados em salvar a vida de ninguém, o que eles querem é controle e para isso estão dispostos a deixar pessoas desprotegidas, prontas para serem abatidas por qualquer marginal ou assassino. É por isso que essa gente não merece o nosso respeito. As mãos de Obama, de Hillary Clinton e de todo o Partido Democrata estão sujas de sangue!