8 de junho de 2016

7 provas de que as nossas universidades transformam adolescentes em zumbis com bandeiras

"Machistas! Fascistas! Não Passarão!"

Já disse uma vez, e repito, o grito de guerra "Não passarão!" é um mero eufemismo para "vamos agredir opositores." Com certeza não é por acaso que isso aconteça quase diariamente em alguma universidade brasileira, justamente o ambiente em que esse tipo de slogan mais pegou.


Justiça seja feita, a juventude é bem isso mesmo: um punhado de slogans e bastante Snowflakes, mas é importante notar que agora a estupidez juvenil não é mais uma coisa passageira, uma pequena parte da vida que começa e termina. Não mesmo. As universidades brasileiras estão transformando jovens em zumbis com bandeiras.


Nº 1: Unicamp e o "almoço grátis"


Esse caso já havia sido tratado aqui no blog há alguns meses, trata-se de mais uma dessas "gracinhas" feitas pelo PSOL, PSTU e seus afilhados. No vídeo, um bando de militantes que se dizem estudantes - mas que jamais estudam - faz a maior baderna no refeitório da Unicamp, e a razão é uma das mais estúpidas do mundo, como você pode ver no vídeo acima.

O ponto alto em minha opinião é o cinismo exacerbado da garota, que chama o segurança e acusa um rapaz completamente inofensivo de ser "violento", mesmo diante de uma câmera filmando toda a situação. Isso mostra que a extrema-esquerda já vem treinada de berço a praticar o logro e a mentira.


Esta é a garota que aparece no vídeo.




Nº 2: USP e o Movimento Negro Racista (parte 1)


Neste vídeo aqui, ativistas do Movimento Negro entraram em uma sala de aula para "dar um recado" aos alunos, mas ficaram ali atrapalhando uma aula de economia de modo a fazer muita gente perder tempo com suas bobagens. Aliás, estas coisas poderiam perfeitamente ser discutidas em outro ambiente ou mesmo em outra hora, o fato de estarem ali, naquele momento e daquela forma, prova que o interesse não é mesmo promover as bandeiras que defendem de modo a atingir resultados positivos. Pelo contrário. O que querem irritar as pessoas e causar brigas, distanciando ainda mais qualquer pessoa sensata do movimento.

E o racismo, a propósito, faz parte do discurso. Se pegarem as tochas e os cavalos serão a nova Ku Klux Klan.



Nº 3: USP e o Movimento Negro Racista (parte 2)



Este vídeo é auto-explicativo. As coisas aí aconteceram de maneira semelhante ao vídeo anterior, com a diferença de que ninguém interrompeu a fala do movimento. Notem que assim mesmo o tom é agressivo e extremamente ofensivo. A fala dessa mulher poderia perfeitamente ser caracterizada como "Discurso de Ódio". A verdade é que são pessoas querendo cobrar uma "dívida histórica" de quem não lhes causou mal nenhum e por um mal que nem mesmo sofreram. Eu, que venho de família negra, assim como a maioria de meus parentes, sinto vergonha em ver um movimento ilegítimo como esse agindo "em nome dos negros" e causando esse tipo de situação.

É constrangedor!



Nº 4: USP e os alunos que censuram o professor



Esse vídeo é um misto de comédia e tragédia. No início aparece o professor ali, falando, dando sua aula e emitindo suas opiniões, que por acaso são contrárias ao status quo das universidades. Aparentemente isso é o que basta para fazer a intolerância aflorar em mentes trogloditas. No lado de fora da sala, simplesmente começam a bater tambores e gritar loucamente. A parte que acho um tanto constrangedora e que é padrão em todos esses casos é que sempre há uma garota completamente histérica, gritando rouca e fazendo o maior escândalo. Acaso não seria isso algum tipo de estereotipia?

No fim, os militantes invadem a sala e simplesmente não permitem que o professor fale. Sob qualquer ótica, o nome disso é censura.

Nº 5: UFRGS e os alunos armados com foice


Neste vídeo aqui, alunos que apoiam o deputado Jair Bolsonaro são intimidados por militantes de esquerda no momento em que colam alguns cartazes, segundo eles próprios, com autorização. Um dos militantes de esquerda aparece com uma foice na mão, depois os três sobem a escada e uma das garotas diz, em tom irônico, "Boa sorte".

Muito embora eu despreze Jair Bolsonaro e a maioria dos seus seguidores, ainda assim isso não justifica de maneira nenhuma a atitude. É nítida a intolerância e a truculência desses alunos.


Nº 6: UnB e os estudantes que fazem greve (RISOS)


Não preciso dizer nada além de "greve de estudantes", porque poucas coisas são mais ridículas do que isso. E as exigências desta greve são extremamente patéticas, como os 10% do PIB para a educação. Não é preciso ser gênio para saber que mesmo que todo o PIB fosse aplicado ao setor, com o nível de qualidade do nosso governo isso não significaria nada além de um enorme desperdício de dinheiro, mais até do que já é agora.

Outra estereotipia que notei é o ritmo das canções, que é sempre o mesmo. 


Nº 7: UFC e a turba mais doente que você já viu



A Universidade Federal do Ceará foi palco para esse circo recentemente. No vídeo, como podem ver, um estudante com camisa do Bolsonaro é impedido de entrar. Ele insiste e passa pela "barreira", sem agredir ninguém, nem mesmo verbalmente. Depois disso os militantes fingem que ele bateu na garota e o perseguem. Aí cospem nele, ameaçam agredi-lo, gritam feito malucos.

Mais uma vez o que você pode ouvir no vídeo é uma ou mais garotas histéricas berrando, aquela estereotipia que mencionei anteriormente.

Conclusão

As universidades brasileiras são um verdadeiro ralo de dinheiro público. São bilhões gastos com infra-estrutura, profissionais e bolsas para transformar seus filhos, seus sobrinhos, seus vizinhos, em verdadeiros zumbis com bandeiras, militantes débeis que nada sabem além de gritar, bater tambor e "exigir direitos". Não são estudantes, são zumbis!