12 de junho de 2016

5 provas de que a Rede Globo ajuda a esquerda brasileira

A Rede Globo, tão duramente atacada pela esquerda brasileira, chamada de "direita" e de "golpista", é de longe a emissora que mais ajuda esta mesma esquerda, reforçando diversas de suas bandeiras através de novelas ou mesmo pelo seu telejornalismo. Inclusive, muitos daqueles que são chamados de "extrema-direita", como o crítico e comentarista Arnaldo Jabor, são verdadeiros fanáticos na defesa de ideais de esquerda e até de partidos como o Partido Democrata. O próprio Jabor é defensor ferrenho de Barack Obama e crítico do Partido Republicano, além de ter feito duras críticas ao Papa Bento XVI, considerado por muitos como um representante da fé tradicional católica (nada menos que o desejado para quem segue a fé católica, aliás).

Agora, vamos aos fatos.


Apoio irrestrito e constante ao desarmamentismo.

Em virtude do Massacre de Orlando, na Flórida, a esquerda brasileira já aproveita o gancho para defender mais uma vez o desarmamento civil. Isso, é claro, a despeito do fato de que vivemos no país em que portar arma de fogo é algo quase impossível para civis - exceto para aqueles que desrespeitam a lei, no caso são os criminosos mesmo. Só que a esquerda possui uma aliada, e uma aliada forte, que é a Rede Globo.

Apesar de seu amiguinho da faculdade chamar a Globo de mídia golpista, a verdade mesmo é que organizações como a ONG Viva Rio, provavelmente a maior defensora do desarmamento civil no país, são financiadas diretamente pela Fundação Roberto Marinho. A Rede Globo patrocina há muitos anos essa bandeira. Se você procurar na internet não será difícil achar vídeos da época do referendo em que atores globais (alguns obrigados por meio de contrato, aliás) apareciam na campanha "contra as armas".

A começar, o ator e comediante Leandro Hassum, no programa do Faustão exibido ontem, dia 12, disse que a Flórida (local do atentado) é o estado mais armado dos EUA. Mentira, é claro. A Flórida é o 39º estado americano no ranking de armas per capita. Não bastasse isso, o próprio crime aconteceu em uma chamada "gun free zone", um local em que armas não são permitidas. Ainda sobre o atentado, o grupo Globo, através da Globo News, fez por conta própria trazer a questão do desarmamento novamente à tona, sem que tenha sofrido qualquer pressão da militância. E de quebra ainda ignoraram que o ataque foi feito por um muçulmano filiado ao Partido Democrata (a esquerda americana), fingindo que foi apenas um caso de "homofobia" e, é claro, tentando culpar "a direita".

Outra coisa que a mídia brasileira oculta, por razões puramente ideológicas, é que o estado americano com o menor índice de criminalidade é ao mesmo tempo o que tem maior concentração de armas de fogo, e o contrário é inversamente proporcional. DC é o estado menos armado, com maior rigor no controle, e é o estado com maior taxa de homicídios por armas de fogo, chegando a um número que é cinco vezes acima da média nacional.

Porém, se você não está convencido disso, esta matéria abjeta do Profissão Repórter provavelmente encerrará a questão:



Defesa do feminismo de esquerda.

O feminismo, que surgiu como uma bandeira liberal, há bastante tempo foi usurpado pela extrema-esquerda. Hoje quase todo o movimento é composto por radicais, e a Globo faz questão de dar espaço justamente para este nicho, sem nem mesmo pensar em procurar outras vertentes menos extremistas do movimento. Um exemplo disso, mais uma vez, foi a matéria do Profissão Repórter, feita em dezembro do ano passado. Os "jornalistas" foram atrás de ninguém menos do que Cynara Menezes, a infame Socialista Morena, e procuraram Lola Aronovich, uma extremista pseudo-famosa por um blog chamado "Escreva, Lola, Escreva". 

O que ambas têm em comum? São de esquerda, são radicais, defendem o PT e são basicamente conhecidas por suas postagens absurdamente esdrúxulas sobre economia e temas sociais. No geral apenas repetem jargões da extrema-esquerda e não se importam muito em defender a mulher, mas em defender o feminismo radical e pregar misandria.

No último sábado, dia 11, o programa Altas Horas convidou um conhecida feminista de esquerda, uma garota que faz vídeos no Youtube sobre o cotidiano feminino e que frequentemente defende o feminismo radical, a também infame "Jout Jout".


Novelas com personagens caricatos para atacar "a direita".


Uma das últimas novelas das nove que a Rede Globo exibiu tinha em seu elenco Marcos Palmeira, conhecido ator global. Na tela ele interpretava um personagem que reunia algumas características peculiares, a começar por ser aberta e declaradamente homofóbico. Ele também fazia comentários racistas, falava mal de mães solteiras, era um político corrupto e de quebra ainda traía a esposa. Ah! Ele era evangélico também. A novela era "Babilônia", e o personagem, Aderbal, interpretado por Marcos, era a personificação do espantalho da direita brasileira.

Em toda a trama era possível ver os padrões. Aderbal frequentemente falava jargões como "temos que defender a família tradicional" ou "esses gays são uma aberração". A mãe de Aderbal era interpretada pela excelente atriz Arlete Salles, e ela era comparsa do filho. Ambos chegavam a se declarar conservadores em diversos momentos da novela, e toda essa imagem era associada a muita corrupção e discriminações de toda espécie. Basicamente, o personagem reunia todos os defeitos possíveis e era tratado como um exemplo da "direita conservadora".

Infelizmente, este não foi o único caso em que novelas da Globo retrataram personagens desta maneira. A novela "Amor à vida", que tinha em seu elenco Mateus Solano como o personagem Félix, também era recheada de esterótipos semelhantes. E o mesmo pode ser observado em outra novela intitulada "Em família", cuja personagem principal foi interpretada por Bruna Marquezine. Isso, é claro, para citar algumas entre as últimas.


Malhação e a forçação de barra

A última versão da eterna novela Malhação conta com algumas bizarrices e forçações de barra no mínimo hilárias. Um exemplo disso foi, logo no início da trama, uma sistemática abordagem sobre o tema das doenças sexualmente transmissíveis. Claro, não há problema algum que uma novela voltada para adolescentes fale sobre esse assunto, exceto se o roteiro em questão banalizar a AIDS como se fosse um resfriado qualquer e não uma das doenças mais perigosas do mundo!

Em episódios já passados da novela, dois personagens contraem HIV de uma forma, digamos, "inusitada", que é durante um jogo de basquete. Eles esbarram um no outro e pimba! HIV na veia, literalmente. Isso gera todo um enredo mirabolante em que professores e pais de alunos sugerem proibir os alunos com o vírus de praticarem aulas de educação física, o que é um tremendo exagero dada a absurda falta de realismo no caso. Como reação, professores que são aparentemente pró-HIV ficam contra estes pais, mas não por eles estarem exagerando, o que seria normal, e sim porque segundo estes professores o HIV "não é assim tão ruim".

Ok. Sabemos que algumas pessoas hoje em dia conseguem ter uma vida relativamente normal com o vírus, mas tratá-lo com tamanha banalização e sequer mencionar que a "melhor" forma de pegar a doença é através de sexo desprotegido, qual é? Só mesmo pessoas inebriadas por uma ideologia estúpida seriam capazes de tamanha atrocidade moral.

Outra das grandes palhaçadas contidas na novela foram os episódios referentes ao fechamento de uma escola. No roteiro, a escola seria fechada pelo governo do estado e os alunos se uniram para impedir o fechamento, chegando a ocupar o espaço para evitar o encerramento das atividades. Em um capítulo os alunos chegaram até a enfrentar a polícia. Isso fez você lembrar de algo similar ao que tem acontecido em São Paulo desde o ano passado?

Pois é. O roteirista da novelinha não tentou esconder o viés político. Ali, os jovens são heróis retratados como vítimas de um governo tirânico que fecha escolas por pura maldade. A referência clara de uma propaganda anti-Alckmin, tido por eles como "extrema-direita", não deixa muita dúvida sobre a inclinação ideológica do sujeito.


Cobertura jornalística baseada em eufemismos e manchetes incompletas ou desnecessárias.

Quem leu meu artigo sobre a presidente Dilma Rousseff e a morte do jornalismo pode ter uma boa noção do que digo. A Globo e seus veículos de jornalismo fazem coberturas no mínimo suspeitas dos eventos políticos do país. A começar, temos o caso bizarro de uma matéria sobre Michel Temer, no dia seguinte a sua posse, cujo título foi "Na escola, Temer tinha dificuldades com matemática", seguida por um subtítulo que dizia: "Presidente interino tem, hoje, desafio de recuperar economia."

Não é preciso ser nenhum gênio para entender a tentativa do "jornalista" em questão, que era simplesmente tentar induzir o leitor a conclusão de que Temer jamais poderia cumprir seu desafio por ser "ruim em matemática". Isso, é claro, a despeito do fato de termos um ex-presidente semi-analfabeto que com certeza era tão ruim em matemática quanto em qualquer outra coisa.

No artigo sobre a morte do jornalismo também coloquei algumas manchetes que amenizavam a barra de Dilma, como esta:


O que esta manchete visa ocultar é que na realidade Dilma, nossa quase ex-presidente, foi quem definitivamente gastou abusivamente com os cartões corporativos. Citar o "Planalto" da a impressão de que foram muitas pessoas, enquanto a verdade é que a presidente torrou só no último mês mais de R$ 60 mil só em comida, o que basicamente significa que ela passou o mês a base de vinho importado, caviar e champanhe, pois nem se eu comesse picanha no almoço e no jantar conseguiria gastar sequer a metade disso.

Outra coisa no mínimo interessante é que o Jornal Nacional, no dia 18 de março deste ano, quando Lula foi levado coercitivamente para depor, mostrou na íntegra todo o discurso do ex-presidente feito no Instituto Lula. O detalhe é que não era necessário mostrar tudo, apenas uns trechos necessários ao entendimento. O editorial do JN optou por mostrar o discurso completo, além de mostrar a nota publicada pelo instituto e a declaração que Lula deu à imprensa. Nunca vi tanto direito de defesa concedido assim, gratuitamente.


A verdade, no fim, é que a programação da Rede Globo e seus veículos possui uma clara inclinação pela agenda de grupos de esquerda. E não é de hoje. Este artigo trouxe cinco evidências disso, mas poderia trazer outras dez se necessário. Por enquanto vamos manter assim para não deixar o artigo longo demais.