25 de abril de 2016

DOSSIÊ | José de Abreu


Pode parecer absurdo fazer um dossiê sobre um ator, não é mesmo? No entanto, o que muita gente nem imagina é que José de Abreu é bem mais que um simples ator. É comum pensar que ele apoie o PT apenas por dinheiro, porque é pago para isso, mas isso não é a verdade por inteiro. Há muito mais coisas a respeito dele do que se sabe. Isso a Globo não mostra. 

- No fim da adolescência, na década de 1960, José de Abreu cursou direito na PUC de São Paulo enquanto iniciava sua carreira no Teatro da Universidade Católica.

- Em 1967, Abreu participou da peça "Morte e vida severina", de João Cabral de Melo Neto, com direção de ninguém menos do que Chico Buarque.

- No anos de 1968 o ator chegou ao cinema, mas a carreira precisou ser interrompida devido a sua militância política. José de Abreu, já naquelas tempos, era ativista comunista. Inclusive, Cabral de Melo e Chico Buarque, que dirigiam a peça da qual participou, foram comprovadamente pessoas ligadas aos movimentos comunistas da época.

- Militante da VAR-Palmares, José de Abreu teria ajudado no roubo do cofre de Adhemar de Barros, em Santa Teresa. Nesta época, chegou a ser preso por suas conexões com o crime organizado.

- VAR-Palmares foi a Vanguarda Armada Revolucionária, um grupo de guerrilha que veio da fusão entre a VPR, Vanguarda Popular Revolucionária, e COLINA, o Comando de Libertação Nacional. Da VPR, o grupo herdou também um de seus líderes, o ex-militar Carlos Lamarca, que mesmo antes do golpe de 1964 já vinha se envolvendo com grupos comunistas no Brasil. Do Colina, o grupo pegou ninguém menos do que Dilma Rousseff, nossa atual presidente.

- Depois de sua prisão, o ator foi exilado na Europa - nunca é em Cuba, nem na União Soviética, mas nos Estados Unidos ou na Europa. Ele retornou ao Brasil em 1974, indo morar em Pelotas, Rio Grande do Sul.

- De lá para cá, José de Abreu parou com a militância armada, mas nunca deixou de apoiá-la, bem como também apoiou o PT desde sempre. Amigo de José Dirceu, o ator doou dinheiro para pagar a multa do Mensalão do petista, em 2013.

- Em agosto de 2015, o ator participou de uma propaganda do Partido dos Trabalhadores, na qual deliberadamente mentiu para toda a população sobre a economia brasileira, induzindo-os a crer que a crise é meramente política, escondendo de todos o fato de o PT ter cometido diversas crimes, inclusive fraudes fiscais gravíssimas que hoje estão sendo julgadas no processo de Impeachment de Dilma Rousseff, sua antiga companheira.

- No dia 21 de abril de 2016, em um restaurante japonês de São Paulo, José de Abreu foi xingado por um casal devido às suas conexões com o PT, um partido odiado pela população de bem em geral. Como resposta, em vez de dialogar e mostrar decência, o ator cuspiu no rosto do homem e da mulher que lhe ofenderam, e depois ainda postou diversas vezes em seu Twitter comemorando e se orgulhando do fato, além de ter continuado a humilhar o casal de cidadãos que horas antes havia agredido.

- No dia 24 de abril, três dias após o ocorrido, o ator foi ao Programa do Faustão, na Rede Globo, emissora para a qual trabalha, e além de não reconhecer o fato de estar errado em cuspir nas pessoas, ainda tentou se justificar dando a impressão de que o casal agredido foi o verdadeiro culpado pela agressão, dizendo até mesmo que a mulher atacada por ele foi "machista." Além disso, é claro, defendeu o partido do qual faz parte, o PT, mentindo mais uma vez ao dizer que o impeachment é golpe.

Conclusão: Longe de ser apenas um ator normal que decidiu apoiar o governo, longe de ser só alguém que é pago para apoiar o PT, Zé de Abreu é de fato um militante partidário do mais alto nível, amigo pessoal de líderes petistas - inclusive os criminosos já presos. É alguém que conhece muito bem a quadrilha que governa o país, pois já fez parte dela no passado e ainda faz. O ator, que de bobo não tem nada, está realmente apoiando um partido com objetivos totalitários, um partido de bandidos já comprovados nos mais diversos escalões. Ele é um canalha de marca maior e deve ser tratado como tal. Ignorar isso é suicídio.