20 de abril de 2016

A esquerda aplaude ditaduras e tortura

No último domingo, devido aos comentários feitos na votação do Impeachment, muita gente se indignou com Jair Bolsonaro e sua homenagem ao coronel Ustra, um torturador do Regime Militar. Muitos desses indignados não são de esquerda propriamente, são pessoas normais, até mesmo de direita, incluindo vários liberais. Porém, os indignados de esquerda passaram a utilizar o caso como propaganda política. Cabe a mim, neste site, expor que esta indignação é bastante seletiva.

Lula e o ditador sírio Bashar Al-Assad.

A esquerda brasileira, de modo geral, tem laços bastante estreitos com ditaduras antigas e atuais. Muitos membros de partidos de extrema-esquerda como PSOL e PT inclusive apoiam, abertamente, ditadores de todos os cantos do mundo. Podemos lembrar aqui do apoio dado ao ditador Kim, da Coréia do Norte, pelo PC do B; podemos falar de Luciana Genro e seu partido, que abertamente apoiam Nicolas Maduro e Fidel Castro, bem como apoiavam também Hugo Chávez. Uma coisa que Chávez, Maduro e Fidel têm em comum, aliás, é que além de serem ditadores, são também responsáveis por perseguição aos homossexuais. E ainda não é tarde para lembrarmos que Jean Wyllys já fez cosplay de Che Guevara, um assassino e torturador que era inclusive homofóbico, como a maioria dos socialistas.

E o apoio de Lula ao ditador iraniano Ahmadinejad, que perseguiu, torturou e matou ateus, cristãos, homossexuais e tudo o que se move sobre a terra? Aparentemente ninguém se escandalizou com a parceria entre o PT e um governo que executa pessoas inocentes pendurando-as em guindastes. Não é meio esquisito isso?




Luciana Genro saudando Che Guevara, assassino de
opositores, inclusive homossexuais e até crianças.

E o que dizer também dos comentários feitos no mesmo domingo, dia 17, por deputados do PT e PSOL, enaltecendo Carlos Lamarca, Marighella, MST e outras figuras criminosas, responsáveis por sequestros, atentados terroristas, assassinatos diversos e até mesmo tortura, que a esquerda diz tanto assim repudiar? O deputado Glauber Braga, do PSOL, enalteceu Marighella da mesma forma que Bolsonaro enalteceu Ustra. Cadê a indignação da imprensa e dos grupelhos de esquerda?

Carlos Lamarca dando treinamento de guerrilha urbana.

Ahmadinejad, ex-ditador iraniano, em parceria com socialistas
latino-americanos, inclusive nosso ex-presidente de esquerda.


Aqui, Lula ao lado de Evo Morales e Hugo Chávez,
um dos maiores ditadores da história recente da América Latina.

Nossa presidente Dilma, ao lado de Maduro (o ditador homofóbico)
prestando reverência ao ditador morto - e também homofóbico - Hugo Chávez.

A narrativa de que a esquerda lutou contra a ditadura é verdadeira. De fato, eles lutaram contra o regime. O que é mentira é dizer que lutaram por democracia. Se tem algo que a esquerda não aprecia, este algo é justamente a democracia. A esquerda é, por essência, totalitária, e no Brasil só tivemos sorte de termos um pouco mais de solidez, o que acabou dificultando um pouco o projeto de poder do PT. Sem isso, teríamos virado a Venezuela há muito tempo, vivendo sob o fogo do exército e na maior miséria.

Figuras como Marighella e Lamarca foram símbolos da subversão. A intenção deles era, de fato, acabar com uma ditadura para implantar outra, e isso foi algo deixaram bastante claro. Marighella escreveu até mesmo um livro ensinando a fazer emboscadas e torturar pessoas para obter informações, exatamente como todas as ditaduras fazem.

Luciana Genro, Ivan Valente e Randolfe Rodrigues,
do PSOL, prestando apoio a Nicolas Maduro, o ditador homofóbico.

Lula e Muammar al-Gaddafi, ex-ditador líbio, assassinado
pelo próprio povo durante a primavera árabe.

Carlos Marighella, o guerrilheiro
assassino e torturador idolatrado pela esquerda brasileira.

E tem mais de onde veio, não pensem que acabou. Que tal lembrarmos que no ano passado, durante uma palestra, Mauro Iasi, do PCB, fez um discurso de ódio contra a direita e os conservadores? Aliás, discurso de ódio é quase um eufemismo. O que ele fez foi praticamente incitar a violência explícita contra quem "ousa" discordar do ideário comunista. E você pode ver o vídeo dessa declaração clicando aqui.

O que mais deveria nos escandalizar, e por corolário escandalizar também a imprensa, é que esses discursos são feitos às claras, de forma explícita, como se fosse algo normal matar quem pensa diferente. Bolsonaro é indefensável, e qualquer um que acompanha este site sabe que já o detonamos várias vezes. Daí a fingir que não vê a hipocrisia e imoralidade da esquerda em apoiar essas atrocidades é um salto e tanto. O silêncio da mídia quanto aos comentários feitos por outros deputados é digno de desconfiança.