20 de janeiro de 2017

Seria irresponsabilidade não suspeitar da queda do avião de Teori

As circunstâncias da queda do avião de Teori Zavascki, que acabou matando a ele próprio e mais quatro pessoas, são suspeitas por si só. Alguns, querendo bancar os "racionais", dizem que é tudo teoria conspiratória, mas isso sim é uma enorme bobagem. Teoria conspiratória é querer acreditar que tudo é mera coincidência.


Vamos aos fatos:

Teori Zavascki era o ministro que estava com as investigações da Lava-Jato em sua mesa. Grandes nomes da política brasileira, tais como Michel Temer, Renan Calheiros, Gleisi Hoffmann e até a ex-presidente Dilma tinham processos sob sua responsabilidade, e muitos deles estavam travados há um bom tempo.

O ministro chegou ao STF por indicação de Dilma Rousseff, e muita gente tem usado isso - ou o fato de que Teori estava enrolando a Lava-Jato - como evidência de que o PT não deve ter nada a ver com sua morte. Se tem ou não, não sabemos, mas este argumento é em si patético. Celso Daniel, cuja morte até hoje está sem explicação, era do próprio partido. Ele e mais oito ou nove pessoas envolvidas com o PT morreram em cirscuntâncias igualmente suspeitas. Toninho, prefeito de Campinas morto em 2001, também era do PT. Eduardo Campos, que também morreu em uma suspeitosíssima queda de avião, era ex-aliado de Lula e pupilo dos petistas no nordeste, mas morreu pouco tempo depois de se tornar candidato a presidência e concorrente de Dilma.

Várias especulações surgiram sobre a queda do avião de Teori, e tem até gente dizendo que "chovia muito forte" na hora da queda. Tudo besteira. Chove muito forte o tempo todo, e ontem mesmo vários aviões estavam voando por aí durante a chuva. Há muito tempo que as aeronaves são feitas para aguentar o tranco, e mesmo sem visibilidade os pilotos têm outros meios de navegação.

Vale ressaltar, a propósito, que o avião de Teori era um modelo seguro, que toda sua documentação estava em dia e que, para gerar ainda mais dúvidas, não havia caixa preta. Outro detalhe importante é que Teori estava para homologar as delações da Odebrech em breve, e que ele pretendia tirar o sigilo dessas delações, tornando-as acessíveis ao público. Sua morte, mesmo que não sirva para parar tudo, servirá para atrasar tudo de qualquer jeito. Janot já chegou a dizer que o atraso pode chegar a três meses.

Para finalizar com chave de ouro, temos duas informações. No dia 3 de janeiro, a imagem do avião foi acessada 1.885 vezes na Data Base de aviões Beechcraft, como se alguém estivesse observando a aeronave. Observe que não estamos falando que um avião de mesmo modelo foi observado, e sim o mesmo avião, exatamente o que Teori utilizou! Por fim, mas não menos importante, Teori voltou das férias antes da hora, justamente para analisar as delações da Odebrecht e homologá-las.

Sim, há muitos motivos para suspeitar!

19 de janeiro de 2017

Lista de mortes estranhas envolvendo gente ligada ao PT deixa margem para "teorias conspiratórias"

Há muitos casos esquisitos de mortes políticas no Brasil, mas alguns deles são enigmáticos pelas suas circunstâncias. O crime que provavelmente mais comentado nas últimas duas décadas foi o assassinato de Celso Daniel.

Celso era filiado ao PT e prefeito da cidade de Santo André, no ABC Paulista. Segundo investigações, ele descobriu um esquema de corrupção na região envolvendo empresas de transporte coletivo que,  ao menos teoricamente, favorecia membros do alto escalão do partido, tais como Lula, Gilberto Carvalho e até mesmo José Dirceu. Por razões até hoje misteriosas, Celso foi assassinado após jantar num restaurante com um empresário também ligado ao partido. As sete testemunhas do caso, incluindo o empresário, o garçom e o manobrista do restaurante em que ele jantou, foram assassinadas.

Toninho, do PT, era prefeito de Campinas. Ele também teria descoberto um esquema de corrupção que beneficiava o partido. Todos os contratos firmados pela prefeitura eram superfaturados em 40%. O dinheiro, em tese, era usado na campanha do Lula à presidência da República. Ele também foi assassinado. Todos os cinco envolvidos foram assassinados posteriormente. O caso segue sem conclusão.

Eduardo Campos era governador de Pernambuco e pupilo de Lula. No entanto, ele rompeu com seu mentor e se lançou candidato à presidência em 2014. Campos era a maior ameaça para reeleição de Dilma, especialmente por sua imensa popularidade no nordeste, região normalmente dominada pelo PT. Em 13 de agosto de 2014, um dia após Campos conceder entrevista bem sucedida ao Jornal Nacional, seu avião caiu em circunstâncias até hoje não esclarecidas. Por três vezes o comando da Aeronáutica mudou os chefes da investigação. A versão final sobre as causas do acidente foi mudada cinco vezes. Dilma mandou encerrar as investigações.

Teori Zavaski era o ministro do Supremo que cuidava da Operação Lava Jato. Ele foi indicado por Dilma Rousseff ao cargo há alguns anos. Zavascki antecipou o retorno de suas férias para verificar as delações da Odebrecht e pretendia quebrar o sigilo, tornando os documentos públicos. Agora, em fevereiro, ele iria homologar a delação que acusa Lula pelo maior escândalo de corrupção da história do planeta. O avião dele, no entanto, caiu em circunstâncias ainda não esclarecidas na região de Paraty, Rio de Janeiro, a poucos quilômetros de onde ocorreu a queda também suspeita do helicóptero de Ulisses Guimarães, em 1992.

Vale lembrar, a propósito, que ainda em maio de 2014, portanto três meses antes da queda do avião de Eduardo Campos, Dilma Rousseff sancionou uma lei que tornou as investigações dos acidentes aéreos sigilosas.


12 de janeiro de 2017

Por que a Miss Hensinque não é uma negra linda como várias que existem por aí? É porque o objetivo é esfregar em nossa cara...

A escolha da Miss Helsinque 2017 gerou polêmica. Uma refugiada nigeriana, negra e bem distante dos padrões tradicionais do que se considera uma miss foi a vencedora do concurso, que obviamente é decidido por votos de jurados, não do público.


Ikalaba Sephora, a vencedora, não é bonita. Nem mesmo chega perto de ser comparável a outras misses, inclusive negras. A polêmica foi gerada, é óbvio, justamente por isso: ela simplesmente não é bonita o bastante para ser uma miss. Ao contrário do que querem fazer você acreditar, a beleza é objetiva e ela tem a ver com proporções matemáticas.

Por que, então, não venceu uma mulher negra bonita? Por que, dentre tantas negras que habitam a Finlândia, Sephora foi a única a concorrer? É óbvio: querem esfregar em nossa cara, simplesmente, que podem decidir mudar padrões e conceitos independentemente da aceitação das pessoas.

É difícil saber se a própria vencedora teria algum envolvimento nisso, mas é provável que não. Ela deve ter sido usada para escancarar ao mundo, para gerar burburinho. O objetivo por trás dessa escolha tem a ver com a alimentação das pautas de extrema-esquerda, dentre elas a conversinha mole sobre "racismo institucional". Evidentemente, ninguém se chocaria se uma negra nos padrões de Halle Barry ganhasse o concurso, mas isso pouco importa.

Na prática, a extrema-esquerda precisava de algum pretexto para chamar atenção para o fato, uma vez que os casos de racismo verdadeiros têm se tornado cada dia mais escassos - ainda bem, aliás. Sob o argumento fajuto de que "as pessoas não querem uma negra como Miss", ela alimenta suas pautas e fica pautando o debate.

A verdade, no entanto, é que tanto quanto em qualquer concurso de talentos ou coisa similar, os concursos de Miss são decididos segundo a opinião arbitrária dos jurados, não de acordo com critérios claros e objetivos. Terem escolhido Sephora como a campeã foi uma atitude claramente forjada para alimentar a pauta.